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2013-10-19

 

Um país temporariamente muito infelizcom o PR e o PM que tem

Ao ler hoje a entrevista de José Sócrates, conduzida por Clara Ferreira Alves, fiquei ainda mais ciente de um Portugal temporariamente infeliz e mal conduzido políticamente por que tem Cavaco Silva como PR e Passos Coelho como PM. São muito pequeninos, intelectualmente e humanamente é o que se deduz de algumas passagens da entrevista. Só olham para eles e para quem são os seus serventuários. Ser bom aluno nas Instâncias europeias é um grande elo de ligação Cavaco/Passos

Na realidade, Sócrates confirma que  Passos Coelho é um sem carácter. Acordou com ele  - aprovar o PEC4- já negociado com a UE, que não estava interessada num novo país resgatado e trai, segundo Sócrates, porque é apertado no PSD por Marco António representando uma linha política da seguinte forma: ou eleições no país ou no partido e então Passos Coelho mete o rabinho entre as pernas para não perder o "comando" e tenta manobrar para fazer cair o PEC4. Esta malandrice no dizer de José Sócrates foi pensada a partir de Belém.

É uma enterevista interessante porque foram abordados vários dos problemas, desde o caso freeport ao homosexualismo, às amizades, aos namoros, etc, etc.

O pretexto da entrevista foi o livro tese escrito nos seus estudos de França que vai em breve ser publicado e lançado em Lisboa..

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2013-09-15

 

As rendas escandalosas que o governo oferece à EDP com o nosso dinheiro

Portugal deu um salto enorme na produção de energias renováveis. Em 2013 produz 23 vezes mais do que em 2003. De 494 GWH ( 1% da produção nacional de energia elétrica) em 2003 passou a produzir, dez anos depois, 11.500 GWH (cerca de 23%).
Foi uma aposta bem sucedida de Sócrates, desde 1995, primeiro como ministro do Ambiente, no Governo de Guterres, e depois até 2011 com os seus governos.

Mas “não há bela sem senão” e o senão é brutal. São as rendas exorbitantes, injustas e até ilegais na opinião do secretário de estado da Energia, que a "EDP demitiu" em 2012.

Este importante sucesso ambiental do país não acrescentou benifício à população, a não ser nos aspetos ambientais, mas serviu para os governos oferecerem à EDP, à  Portucel (energia da biomaça) e aos bancos, seus acionistas e seus financiadores centenas de milhões em cada ano. Sem custos para os governos pois quem paga tudo são os consumidores de electricidade.

Rendas? Sim e brutais.

No fim de 2012 somava 4 mil milhões o "défice tarifário" do Estado resultado dessas rendas. É um valor enorme que estamos e continuaremos a pagar.

A produção de energia elétrica de origem eólica sai, por enquanto, mais cara do que a de origem fóssil (petróleo, gás ou carvão) e portanto para que haja quem a produza o Estado terá de pagar, logicamente, um subsídio, por cada watt.hora produzido. Acontece assim por todo o lado. Mas é no montante que está o busílis e é a marca distintiva do regime que temos, dominado pela banca e as muito grandes empresas como a EDP ou a Portucel (produção de energia elétrica renovável por biomassa).

Enquanto o preço médio de venda de eletricidade (PVP) no mercado regulado foi de 51,80 € / MWh, a EDP recebe do Estado uma renda leonina de – pasme-se - 101,8 € por cada MWH de origem eólica.
E como em 2012 produziu 11.500.000 MWH o Estado entregou à EDP 1.103,9 milhões de euros. que vai buscar onde lhe parece mais fácil, às pensões, aos salários, ao emprego, à saúde, ao ensino.

Os governo fazem isso com alegre bonomia porque pagar... pagam com o nosso dinheiro e assim transferem a riqueza dos menos ricos para os mais ricos no país mais desigual da União Europeia.
Olhem só para Eduardo Catroga como foi recompensado com um salário de 40.000 € por mês num emprego sem atividade no Conselho Geral da EDP. Mas não está só, outros ex-ministros lá estão, como Celeste Cardona ou Jorge Braga de Macedo e muita outra gente muito respeitável mas que são de facto os empregados de luxo da casta financeira que por detrás dos nossos votos governa, na verdade, Portugal.

Os verdadeiros “donos de Portugal”.

A EDP recebe 101,8 € por MWH em Portugal. Mas em Espanha onde o seu poder de influência é menor contenta-se com 88 € e nos EUA basta-lhe 35,82 € e ainda ganha o que deve ganhar, obviamente.

O roubo "legal" é tal que até essa escandalosa Troica que nos visita a miudo achou o negócio demasiadamente escandaloso após o ter comparado com o que se passa pelo resto da Europa. Mas afinal, com este governo e com a troica, a situação agravou-se já que o preço das energias renováveis foi subindo de 97 € / MWh em 2010 até 109,9 € / MWh em 2012 e continua a crescer em 2013.

O então secretário de Estado Henrique Gomes tratou do assunto, como lhe competia. Achou as rendas “ilegítimas” e até “ilegais” (ver abaixo, no vídeo, as suas declarações a José Gomes Ferreira, na SIC). Entregou o relatório e as suas propostas para moralizar a situação ao seu ministro Álvaro Santos Pereira, entretanto também afastado, que o enviou (declarações do ministro na televisão)  em mão, ao 1º ministro e que uma hora depois estava na posse do presidente da EDP.

O secretário de Estado foi demitido a grande velocidade por “vontade própria e razões pessoais” e o ministro (então ainda ministro) da Economia, informou pela TV, indignado mas conformado, que o presidente da EDP festejara com champanhe a demissão do seu secretário de estado que se metera, legítima mas ingenuamente, como se pode concluir, nos negócios da EDP e dos bancos, convencido que eram assunto do seu ministério.

“Mas… foi a EDP como empresa ou foram principalmente os bancos seus acionistas e que ganham também como credores a influir no governo?”. Perguntava José Gomes Ferreira (ver vídeo) a Henrique Gomes e este concordou que “as pressões passavam principalmente por aí”.

A crise… mas qual crise? Interrogará a EDP – aqui (na EDP) a “crise é esta: “... os lucros líquidos foram em milhões de euros os seguintes:

           2007:    907,2                2008:   1.091,5          2009:   1.023,8           
      2010:  1.078,9                2011:   1.332             2012:   1.182.         

Em seis anos, a EDP, e os seus acionistas receberam 6.615,4 milhões € de lucros líquidos enquanto a maioria dos portugueses empobrecia. Como consequência destes lucros excessivos, os dividendos distribuídos aos accionista dispararam. Segundo dados do próprio "site" da EDP, no período 2007-2012, o valor do dividendo por ação subiu todos os anos e passou de 0,125 € a 0,185 € entre 2007 e 2012. Enquanto os salários e as pensões diminuiam nestes 5 anos, os lucros (dividendos) dos acionistas da EDP subiram 48%. Mas o custo da eletricidade esse tem aumentado sempre. No mesmo período de 5 anos o preço da eletricidade em Portugal aumentou 23,9%,

“E como reconheceu o ex-secretário de Estado no discurso que escreveu, mas que não leu, para as famílias "em 2010, a fatura de eletricidade já era superior às despesas com a educação (2,2%), estando a aproximar-se do valor médio das despesas com a saúde que, entre 2000 e 2010, tem apresentado um valor estável entre 5% e 6%".

Segundo o inquérito aos orçamentos familiares realizado pelo INE em 2010-2011, as despesas com a eletricidade e gás já representavam 5,8% do orçamento das famílias.
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A natureza do Governo fica aqui bem ilustrada. A “resolução” da crise, por este governo, arruinará as classes trabalhadoras e classes médias mas salvará “os donos de Portugal”. É absolutamente indispensável uma grande mobilização da sociedade civil, no trabalho e na rua, para que Portugal não volte, no plano social e quiçá político, ao Portugal do tempo da ditadura agora pela mão desta democracia falsificada. As eleições e o voto se não forem associados à mobilização da sociedade, das classes médias e dos trabalhadores irão pouco além de álibi para anestesiar o cidadão e não chegam para contrariar aqueles poderes fácticos.
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Notas:
1. Henrique Gomes, ex-secretário de Estado da Energia do governo PSD/CDS, num discurso escrito que elaborou para ser lido numa conferencia organizada pelo ISEG (acima referido) escreveu o seguinte: " As rendas excessivas e a atual garantia de potência impactam fortemente na sustentabilidade futura do sector elétrico, estando a desviar da economia e das famílias recursos num valor global de cerca de 3.500 milhões € até 2020. Em termos anuais, as rendas representam cerca de 370 milhões € " (pág. 18). Com os juros aqueles 3.500 poderão atingir cerca de 5.300 milhões € como refere também.

2. Para os que não andaram pela Física informo que 1 MWH é a energia produzida por uma fonte de energia com a potência de 1 milhão de watts durante 1 hora)

3. Fontes consultadas: entrevistas a Henrique Gomes, a Álvaro Santos Pereira , audição na comissão de economia da AR nos vídeos a seguir identificados e em especial estudo do economista Eugénio Rosa em http://resistir.info/e_rosa/rendas_excessivas_edp.html Jornal de Negócios
Os Vídeos referidos estão aqui
http://youtu.be/jqAnktfokXw
http://youtu.be/oW5KxDR_mKA   
http://youtu.be/iD5E1kBtaCg
http://youtu.be/oW5KxDR_mKA

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2011-04-01

 

Frenesim em Belém

Apostilha em 3 de Abril: a conversa deste post tinha a pretensão de ser a mentira do 1º de Abril. Mas... ter-me-á fugido a boca para a verdade?
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Em Belém dá-se tudo por tudo. Estudam-se cenários. O PR mantém a iniciativa desde que ganhou as eleições. E com que ganas. O assessor que já recuperou da travessia do deserto a que teve de se sujeitar por causa da "bronca" das escutas dirige as operações mas está a encontrar dificuldades.
Belém mexe os cordelinhos e não é só dentro do PSD é também no PS. Urgente é convencer Sócrates mesmo com o Governo em gestão a  chamar o Fundo Europeu de Resgate com o FMI, agora que as agências de rathing (instrumentos dos maiores bancos norte-americanos e não só) puseram Portugal na notação "lixo". A entrada do FMI deverá ser feita pela mão de Sócrates por causa do terrível efeito penalizador no futuro. Teria o consentimento (mas distante) do PR para não o comprometer com o que aí virá. Invocar-se-ia calamidade ou mesmo "traição" nacional se Sócrates o não chamasse. Isso facilitaria a vida ao Governo saído das eleições que Belém tudo fará para que seja encabeçado pelo PSD, como aliás, as sondagens indicam.
Metade do plano está cumprido, Sócrates e o seu Governo já foram abaixo e a outra metade é juntar as forças que dentro dos dois partidos são a favor do bloco central. O busílis é neutralizar Sócrates e Passos Coelho que Belém não suporta. Então procura-se que Sócrates e Passos Coelho se imolem no altar do interesse nacional (ou de Belém?) e saiam de cena ou em alternativa fiquem como dirigentes máximos dos seus partidos mas com o acordo expresso de que ficariam fora do Governo, com a explicação de que nenhum quer ser subalterno do outro e o país corre perigo de se afundar.
De momento o assessor de Belém trabalha o cenário PSD a ganhar as eleições. Manuela Ferreira Leite seria a 1ª Ministra ( o que por ser mulher até concitaria simpatia) e Luís Amado seria vice - primeiro ministro e, eventualmente, conforme a situação após eleições, Paulo Portas a ministro dos Negócios Estrangeiros ( Defesa não por causa dos submarinos). Se tudo corresse pelo pior (para Belém) com PS à frente do PSD o plano B trocaria as posições de Leite e de Amado.
Ver aqui mas é necessário ler nas entrelinhas que a coisa não está assim tão explícita.

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2011-03-01

 

José Sócrates e Merkel

O encontro previsto para amanhã poderá ser um dia positivo para a política portuguesa.

Poderá ser...

Para isso, exige-se firmeza da parte de José Sócrates, ou seja, demonstração de que as medidas tomadas vão levar aos objectivos programados e não uma posição de cedência em alinhar em mais medidas restritivas para a sociedade portuguesa.

Da parte de Merkel, aguarda-se que a sua visão da Europa esteja a evoluir um pouco, ou seja, de olhar para a Europa no seu todo e pensar em medidas que beneficiem os países e não apenas a Alemanha.

A minha questão, de fundo, é se haverá argumentos convincentes da parte de Portugal que demonstrem que por si consegue atingir os objectivos programados. Argumentos são exemplos de que se está a ir no bom caminho.

2011 é o ano da prova. Mas há quem argumente que ou se cumpre o programado na despesa ou então ficará demonstrada a incapacidade do País, na gestão das contas públicas, porque 2009 e 2010 não funcionam como boas práticas.

O mês de Janeiro ainda nada demonstrou, apesar dos bons resultados, mas deixa índicios complexos. Parece não haver arrependimento do pecado original da despesa pública. E por aí não se caminhará longe.


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2010-04-19

 

A festa da flor

Sócrates foi ao encerramento e Jardim, um amigo de há longos anos!, recebeu-o com toda a simpatia. Jardim sabe fazer bem teatro. Segundo sei, treinou muito. Desde muito pequenino, era ele "o animador" familiar a quem achavam muita graça. Ficou-lhe na massa do sangue. E, com este treino e intuição, a sua peça está em palco há 32 anos, fora ainda os anos de treino, antes e depois do 25 de Abril.

José Sócrates apresentou-se sorridente na foto, ao lado do seu amigo como se vê no link, mas tem de treinar, porque não consegue dar o ar natural. Sócrates e Jardim acertam contas

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2010-02-26

 

[1947] A Política na Sanita

Algum tempo após a revolução de 1974 a estratégia do PCP era simples e reduzia-se a tentar derrubar Governos saídos de eleições. Terra queimada contra o capitalismo. Gostasse-se ou não fazia sentido. A União Soviética era o farol e uma alternativa radiosa justificava tudo. Forte do seu poder autárquico a cobrir um terço do território a táctica baseava-se na luta sindical e em manifestações populares. "Acções de massas". Protestos, greves localizadas, greves sectoriais e se possível, e foram-no, greves gerais. Os comunistas interpretavam interesses de importantes camadas de trabalhadores e das classes médias e várias vezes tiveram êxito e conquistaram não o poder mas objectivos parcelares importantes. Houve governos que foram muito enfraquecidos ou caíram. E mostraram que eleições democráticas podem ser postas em causa por outros meios, no caso envolvendo directa e indirectamente os interesses de centenas de milhar de pessoas.

Agora noutro contexto que não aquele do mundo bipolar mas o de uma profunda crise que ameaça ainda aumentar e consequente descontentamento geral (não me refiro aos que ganham de 10.000 a 200.000 € e mais por mês) a direita descobriu que poderá, talvez! pôr em causa as eleições já não com lutas de massas mas com a mobilização de outras "massas" e de poucas centenas de pessoas. Outros interesses. Quase circunscritos aos da superestrutura política, sector empresarial do Estado e das clientelas adjacentes. Enfim o PSD e aliados em luta pela posse do Estado, dextros nas armas da perfídia e do cinismo. Abjecção e lama. "Derrubar" eleições aos gritos de "não há liberdade de expressão", de "defesa do Estado de direito" de "asfixia democrática" de encenações com de escutas do 1ºM ao PR.

Mas como é possível desprestigiar tanto as instituições? Com que meios? Manipulando uma parte da comunicação social que contamina a restante facilmente porque a "festa" contribui para a venda de jornais e de tempo de antena, com a colaboração alguns membros do poder judicial e fugas seleccionadas ao segredo de justiça, selecção de "escutas", transcrições, truncagens e cozinhados de conversas particulares. E muitos gritos. O 1º M é mentiroso, é mentiroso. E o PGR? Mentiu. Mas?...É mentiroso. É mentiroso. E o Presidente do STJ? É mentiroso. É mentiroso - o jornalista estica o microfone ansioso até à cara do Sr. Professor - diga lá Professor: É mentiroso É mentiroso. Oh Drª Manuela diga, diga lá: É mentiroso, sou mentirosa, desculpe enganei-me ele é que é mentiroso, é mentiroso. Vá diga lá outra vez! É MENTIROSO, é mentiroso.

A AR colabora com peças menores onde contracenam jornalistas e deputados num  espectáculo indigente e indigno. É a comissão de Ética.
Na Madeira avalanches de lama e detritos criaram uma situação trágica. No continente avalanches de lama e detritos morais criaram uma farsa.  Afogam em baixeza a decência e a vida normal das instituições. Não se discute a crise, o orçamento, o desemprego, o drama de milhões de pessoas sem esperança, discutem-se cinicamente escutas, conversas privadas, o que não disseram mas pensaram, comportamentos, intenções.

No seu estado normal o país castigaria os maus encenadores e os actores rascas da peça obscena. Mas vivem o desemprego, o medo de dias piores, a ameaça de restrições aos que menos podem. E o espectáculo entrando pelas intimidades do poder, pelas manigâncias próprias dos boys e dos servos, pela vida íntima de uns e outros, revela interiores que era escusado ver e tem pouca relação com os problemas do país.
   
Conseguirão assim, a curto prazo, colocar Paulo Rangel no lugar de Sócrates? Veremos. Seria uma chegada triunfal numa avalanche de esgoto.
A política, a comunicação social e o poder judicial saem feridas desta tempestade de condutas reles.
Política de buraco da fechadura. Da porta da retrete.
O que me espanta é certa gente do PCP ou do Bloco deitar foguetes, levar efusivamente às cavalitas a Manuela Ferreira Leite e o delfim do cavaquismo serôdio, Paulo Rangel. Claro que têm as suas razões, e há os ódios e ressentimentos pessoais, por vezes bem justos. Mas para que fim?

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2010-02-14

 

[1937] Fazer o mal e a caramunha

Neste cenário de crise política virtual planeada pelo PSD assessorado pela restante oposição a RTP foi ouvir o que tinham para dizer os partidos da oposição à resposta do PS de que se o PSD está tão desejoso de derrubar o governo que até pede ao PS que o faça por si então apresente no Parlamento um moção de censura:

PSD/Aguiar Branco: está contra crises artificiais mas que o PSD se está a preparar para responder aos problemas do país se houver eleições antecipadas.
PSD/Paulo Rangel: " interpreta a resposta do PS como uma "súplica do PS a José Sócrates para que dê explicações ao país sobre o caso PT/TVI e o plano de controlo da comunicação social" (passei duas vezes a gravação para me certificar que ouvira bem.)
PCP (Vasco Cardoso) e BE (João Semedo) dão uma resposta de conteúdo idêntico. Que é tudo chicana política e uma manobra do PS para afastar as atenções do país dos problemas reais.
Os porta-vozes do PCP e do BE sabem que é de facto de chicana política que se trata e sabem bem que ela é, do princípio ao fim, organizada pelo PSD (até porque têm ajudado à festa) mas como o alvo é o PS então substituem o agressor pela vítima.
Estamos no Carnaval, estão desculpados.
O mais interessane é a diferença de atitudes dos dois concorrentes à liderança do PSD. Aguiar a tentar cativar o povo e um certo baronato do PSD numa postura de serenidade e responsabilidade e Rangel num grande gesto de "rasga" "rotura" mas... um tanto naif, um tanto imaturo. Está perdoado, é novo no PSD e na política.   

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