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2012-05-15

 

RTP Açores - debate austeridade e autonomias

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2011-10-20

 

Perspectivas do Turismo em 2030

Para a Organização Mundial do Turismo, uma agência das Nações Unidas, com sede em Madrid, as chegadas de turistas internacionais serão em 2030 de 1,8 mil milhões. Um valor impressionante e que corresponde a duplicar o número de turistas, desde hoje até 2030.

Este valor consta de um estudo prospectivo muito recente, apresentado na reunião da Assembleia Geral da OMT que decorreu em Gyeongiu, República da Coreia de 8-14 de Outubro de 2011.

O estudo constata que, no próximo ano, as chegadas de turistas internacionais ultrapassarão os mil milhões contra 940 milhões em 2011.

Para se chegar aos 1,8 mil milhões de turistas internacionais em 2030 terá de acontecer que, em média, nos próximos 20 anos, em cada dia 5 milhões de turistas atravessam as fronteiras internacionais dos países, pelas razões mais diversas: lazer, negócios ou ainda visitas a amigos e familiares.

A dinâmica de turistas no mundo dar-se-á de forma muito desigual, sendo os destinos das economias emergentes as de maior crescimento (4,4%/ano) contra 2,2% nas economias avançadas.

Nos próximos 20 anos, uma parte importante das chegadas serão provenientes dos países da Ásia e do Pacífico com um crescimento anual de 5% equivalendo a 17 milhões de chegadas internacionais suplementares por ano.

O esforço de captação do turismo português tem de ter em conta estes sinais de evolução.

Haverá toda a conveniência em começar a prospectar estas zonas emissoras de turismo, designadamente tendo em conta os resorts e o turismo residencial em lançamento no País.

Para isso, há que ganhar prestígio na excelência de qualidade.

O turismo de qualidade e de excelência constitui uma boa aposta na superação da crise, pois é um sector exportador por excelência e grande empregador cada vez mais exigente em termos de qualificação.


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2010-08-16

 

Situação do Turismo na Madeira

Uma terra onde o Turismo continua a ser tudo ou quase - em termos de economia -encontra-se, por isso, em situação difícil porque o sector turismo atravessa uma fase crítica. Mas, a interrogação que deixo é se o turismo está a correr na pista certa?

Por agora deixo esta questão para gente mais sábia, embora me pareça em termos de cenários de desenvolvimento que esta discussão é determinante, sob pena de um futuro pouco promissor para a Região.

E o panorama para que apontam os últimos elementos oficiais do Governo Regional, deixa-nos muito inquietos e preocupados.

Em 11 de Agosto, a Direcção Regional de Estatística embora com resultados preliminares, afirma que "as primeiras estimativas da actividade turística da RAM relativas ao mês de Junho de 2010 apontam para um decréscimo de 14,5% nas dormidas em relação ao mês homólogo". No conjunto do País, a quebra registada foi de 2,3%.

Os proveitos totais aproximaram-se de 19,2 milhões de euros. Menos 15,6% que no mês homólogo de 2009.

Se a isto se juntar a quebra muito significativa dos proveitos por quarto não será preciso acrescentar muito mais para que a conclusão seja: a situação é bastante preocupante.

As autoridades responsáveis não podem deixar de dar atenção a este processo que se vem arrastando no tempo.

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2010-03-28

 

Para onde "marcham" as Pousadas de Portugal?

Já me tinham dito que a qualidade de serviço nas Pousadas de Portugal estava a abastardar-se.

Já tinha tomado contacto com esta situação há um ano atrás.

Mas esta semana estive no 1º congresso de turismo do Alentejo, em Beja, e tendo ficado alojado na Pousada de São Francisco verifiquei quanto, de ano para ano, a má qualidade impera. Desde a qualidade da refeição ao atendimento, ao tratamento dos arredores, a pousada está a léguas do que já foi. Um mal que se alastra a muitas outras.

Só me interrogo se a concessão das Pousadas de Portugal ao grupo Pestana não tem uma cláusula de exigência de qualidade. E se a tem quem monitoriza? Ou faz-se olhos mortos por ser o grupo Pestana, o maior grupo de turismo português a prestar um mau serviço ao turismo nacional? Porque de mau serviço se trata com graves consequências neste sector de actividades considerado estratégico para a economia do país.

Com esta imagem, Portugal não vai longe no turismo...

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2009-02-15

 

Brasil, um bom exemplo para o ecoturismo em Portugal



Um dos destinos turísticos mais conhecidos e reconhecidos do Brasil e do Mundo, a cidade de Bonito já foi cenário para programas de televisão, inclusive internacionais, e continua sendo opção de lazer para famílias e até para os adeptos dos desportos radicais. Na última terça-feira (10), a equipa do projecto Economia da Experiência, do Ministério do Turismo, esteve em Bonito para apresentar as acções possíveis para transformar experiências ligadas à emoção em oportunidade de negócios turísticos.

Neste primeiro momento, foram apresentados os conceitos do projecto a micro e pequenos empreendedores que têm interesse em participar do Economia da Experiência. Entre as atracções turísticas de Bonito, destacam balneários cristalinos, cardumes coloridos, flora silvestre do cerrado, cavernas cortadas por feixes de luz natural e possibilidade para viver emoções surpreendentes do alto do rappel ao mundo subaquático.

O projecto Economia da Experiência faz parte de uma política do Ministério do Turismo dedicada a consolidar redes de cooperação regional, estimulando e inovando a oferta turística local. A iniciativa é uma cooperação técnica entre o Ministério e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), sob gestão do Instituto Marca Brasil (IMB).

Segundo Rosiane Rockenbach, coordenadora geral de Segmentação do Ministério do Turismo, o projecto cria diferenciais competitivos no mercado.
"O empreendedor analisa seu negócio e trabalha para que seus produtos e serviços representem uma oportunidade de qualificar ainda mais a experiência do turista no destino", afirma.
O Economia da Experiência encontra-se já em andamento na Costa do Descobrimento (BA) e na região turística da Uva e Vinho, na Serra Gaúcha (RS), onde o Ministério do Turismo aplicou a experiência-piloto. Actualmente, os empreendimentos na Bahia recebem consultoria para aplicar o conceito do projecto em produtos e serviços.
Um pouco mais avançada, a iniciativa no Rio Grande do Sul já conta com resultados concretos, como a "Caminhada da Lua Cheia". A experiência mistura informações sobre estudos e descobertas de Copérnico e Galileu ao resgate dos costumes dos imigrantes italianos da região.
Durante o trajecto de 2 quilómetros, o turista conhece a acção da lua no quotidiano da população, sendo-lhe oferecido a degustação de produtos típicos da culinária local, como queijos, salames, pães, biscoitos, tudo acompanhados por vinhos e espumantes produzidos na região.
As cidades de Petrópolis (RJ) e Belém (PA) serão os próximos destinos a receber o Economia da Experiência.
Para participar do projecto, o município precisa atender aos seguintes critérios: ser um dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional, um destino turístico consolidado e fazer parte de uma região de alta cooperação e densidade cultural. Entre as metas estão o aumento de novidades nos empreendimentos, a ampliação do grau de satisfação do turista e a criação de empregos e divisas.
Fonte: Portal Bonito

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