2016-06-28
O BREXIT e o mais que adiante se verá
Etiquetas: O Brexit, os Mercados, UE
2015-07-13
TENHO UMA FORTE SUSPEITA
O Governo grego negociou, fez cedências, foi vergado quase até ao chão. Para mim não foi completa surpresa, em 26 de Junho, no Facebook, disse que
"a relação de forças [entre a UE e a Grécia] é a que a imagem mostra. De modo que, apesar do receio de indigestão, o mais provável é o cinzento engolir o verde.”
Etiquetas: Grécia, Passos Coelho., Syrisa, Tsipras, UE, União Europeia
2011-11-02
Quem acode à EU e zona Euro?
Se a UE não muda "de caminho" vai ficar mesmo pelo caminho.
A Europa é um pigmeu político com um monstro financeiro nos braços pelo que não tem braços para o segurar.Tem um BCE que só tem parte das funções de banco central, estatuto imposto pela Alemanha. Tem agora o FEEF quase com mais funções que o BCE mas sem credibilidade e ferramentas próprias para actuar e sem capacidade financeira. Pensa apelar para os países emergentes, sem ter pensado nas contrapartidas que tem de dar para ter sucesso.
Ou muda de trajectória ou não vai longe.
As políticas de austeridade que estão a ser seguidas para o combate à crise financeira dos países são exactamente o contrário do que se devia fazer, com a agravante de que são políticas impostas aos países e contra a vontade dos povos. A nenhum país é permitido experimentar outro caminho. A receita é da redução das despesas públicas. Cortar despesas, cortar despesas, cortar salários, cortar despesas em domínios essenciais como a saúde, a educação, a segurança social, cortar investimentos essenciais.
Ninguém defende que não deva haver uma racionalização apertada nos custos. Ninguém defende que o aparelho de Estado, no seu sentido mais amplo, não deva ser repensado. Sem dúvida, estamos face a um processo urgente que acarretará reduções muito significativas nas despesas.
Mas tudo o que seja reduzir consumo,às cegas: reduzir poder de compra, não apostar numa fiscalidade equilibrada e generalizada a todos os rendimentos é e será um descalabro em termos de economia.
É exactamente o contrário disto que a UE preconiza.
Etiquetas: Situação crítica, UE
2011-08-18
Delors: «à beira do precipício»
«Temos de abrir os olhos: o euro e a Europa estão à beira do precipício. Para que não caiam, a escolha parece-me simples: ou ou os Estados-membros aceitam a cooperação económica reforçada que sempre defendi, ou transferem mais poderes para a União».
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Etiquetas: Euro, Jacques Delors, UE
2011-04-16
A União Europeia contra o FMI
A UE protesta. Num braço de ferro com os "homens sem rosto" do FMI. E protesta com veêmencia.
- Ainda bem. Para alguma coisa havia de servir haver uma União e pertencermos a ela. E que exige a nossa União Europeia?
- Bem... exige juros mais altos!
- Mas...?
- É o estado da União a que chegámos.
Acrescento, noutro registo:
Assim parece-me inevitável o reescalonamento da dívida.
2010-12-12
De Bruxelas para Pequim
Francamente espero que Teixeira dos Santos seja bem sucedido.
Não deixa, no entanto, de suscitar alguma curiosidade esta situação. Bater à porta da China, quando "Bruxelas /UE" deveria ser o caminho.
Não podemos, porém, ser ingénuos. O negócio com a China só terá viabilidade se dele houver interesse para a China.
Nunca se saberá bem as verdadeiras razões desta abertura da China à dívida soberana portuguesa, mas certamente a posição de Portugal no mundo lusófono não será um factor de pouca monta, bem como a diversificação das aplicações financeiras da China No exterior muito centradas no dólar.
Que venha a China já que a UE continua ausente.
Etiquetas: China, Dívida Soberana, Portugal, UE
2010-01-28
COMISSÂO EUROPEIA PUBLICA RELATÓRIO SOBRE PORTUGAL

O relatório está disponível na página Web da Representação da Comissão Europeia em Portugal, no seguinte endereço electrónico:
http://ec.europa.eu/portugal/
Elaborado por especialistas nacionais, o Relatório Nacional sobre Portugal analisa o actual clima da opinião pública portuguesa relativamente à situação a nível nacional e europeu, à economia e ao mercado laboral e às perspectivas de desenvolvimento futuro da União Europeia.
Etiquetas: Comissão Europeia, Portugal, relatórios, UE
Indicador de Sentimento Económico aproximou-se da sua média a longo prazo
O indicador de Sentimento Económico subiu em Janeiro pela décima vez consecutiva, tendo atingido 97,1 (+2,1 pontos) na União Europeia e 95,7 (+1,6) na zona euro. Embora a sua recuperação esteja a desacelerar, o indicador encontra-se agora num nível próximo da sua média a longo prazo em ambas as zonas.
(Desenvolvimento em IP/10/75)
2009-03-25
A Comissão Europeia combate a escravatura moderna e a exploração sexual de crianças

Há estudos que sugerem que uma minoria significativa de crianças na Europa, entre 10% e 20% segundo um especialista nesta matéria, pode ser alvo de violência sexual durante a infância.
Em 2008 foram encontrados mais de 1 000 sítios web comerciais e cerca de 500 não comerciais com conteúdos ligados ao abuso sexual de crianças, 71% dos quais nos EUA. Estima-se que cerca de 20% dos sítios web de pornografia infantil não são comerciais (são sobretudo entre particulares – peer to peer).
Estima-se que cerca de 20% dos autores de crimes sexuais, em média (com grandes diferenças entre perfis de criminosos), voltam a cometer novos crimes depois de cumprida a sentença.
As novas propostas
As duas propostas de decisões-quadro do Conselho obrigarão os países da UE a agir em três frentes: repressão dos criminosos, protecção das vítimas e prevenção do crime.
A proposta de luta contra o tráfico de seres humanos aproxima as legislações e as penas nacionais, garantindo o julgamento dos criminosos mesmo quando cometem os crimes no estrangeiro. Admite que a polícia recorra a escutas telefónicas e outros tipos de escuta e a outros instrumentos semelhantes utilizados na luta contra o crime organizado. As vítimas terão alojamento e assistência médica e, se necessário, protecção policial para poderem recuperar do traumatismo e não temerem testemunhar contra os seus agressores. Ser-lhes-ão poupados traumatismos adicionais durante o processo penal, decorrentes nomeadamente de perguntas relacionadas com a experiência da sua exploração sexual forçada. As vítimas terão apoio jurídico gratuito durante o processo, incluindo para apresentar pedidos de indemnização. A proposta incentiva sanções contra os clientes de pessoas forçadas a oferecer serviços sexuais e contra os empregadores que exploram pessoas objecto de tráfico. A proposta cria ainda organismos independentes para controlar a aplicação dessas acções.
A proposta de luta contra o abuso e a exploração sexual de crianças torna mais fácil punir os autores de crimes sexuais contra crianças ao prever penas para novas formas de abuso, como o aliciamento (grooming) – aliciar crianças através da Internet e abusar delas, ver pornografia infantil sem descarregar os ficheiros ou obrigar crianças a adoptar poses sexuais em frente de webcams. Os «turistas sexuais» que se desloquem ao estrangeiro para abusar de crianças serão julgados quando regressarem a casa. As crianças vítimas destes crimes poderão depor sem ter de enfrentar o agressor em tribunal, evitando-lhes assim um trauma adicional, e poderão contar com a assistência gratuita de um advogado. Cada arguido será avaliado individualmente e terá acesso a programas de tratamento adaptados ao seu caso, para evitar a reincidência. A proibição de exercerem actividades que impliquem o contacto com crianças, imposta aos arguidos, deve ser aplicável não só no país em que foram condenados, mas em toda a UE. Serão desenvolvidos sistemas de bloqueamento do acesso a sítios web que contenham pornografia infantil.
As propostas serão debatidas no Conselho de Ministros de UE e, depois de aprovadas, serão transpostas para as legislações nacionais.
O Vice-Presidente Barrot concluiu: «A nossa mensagem é clara. Estes crimes que não conhecem fronteiras são inaceitáveis. A Europa continuará a fixar os padrões mais elevados e mais ambiciosos para os combater.»
Fonte: http://ec.europa.eu/portugal/index_pt.htm
Etiquetas: Abuso sexual menores, UE
2009-01-05
Criatividade, Auxílios de Estado e Salmonellas

A 7 de Janeiro, a presidência checa da UE e a Comissão Europeia irão proceder ao lançamento oficial, em Praga, do Ano Europeu da Criatividade e da Inovação sob o seguinte lema: “Imaginar – Criar - Inovar”. É tudo muito bonito mas sem "cash" será que a criatividade se esgota? Claro que não. A Comissão acabou de aprovar, ao abrigo das regras dos auxílios estatais previstas no Tratado CE, duas medidas concretas adoptadas pela Alemanha para combater a crise económica. A primeira, um programa alemão de empréstimos no valor de 15 000 milhões de euros ("KfW-Sonderprogramm 2009"), que se destina a fornecer liquidez a empresas afectadas pelas actuais restrições de crédito, prevê bonificações das taxas de juro em empréstimos para financiar investimentos e fundos de maneio até 50 milhões de euros, a conceder a empresas com um volume de negócios inferior a 500 milhões de euros. O programa será administrado pelo Kreditanstalt für Wiederaufbau (KfW), o principal banco público de desenvolvimento da Alemanha. A segunda medida, um regime-quadro federal ("Bundesregelung Kleinbeihilfen") prevê que os protagonistas de política económica a nível federal, regional e local concedam ajudas até 500 000 euros por empresa carenciada. Estes são os primeiros casos a serem aprovados ao abrigo do novo enquadramento temporário da Comissão que prevê que os Estados-Membros utilizem novas possibilidades para fazer face aos efeitos das restrições de crédito na economia real. Como última novidade, os ovos de galinhas poedeiras, a partir de 1 de Janeiro, que não tenham sido controlados para apurar a presença de Salmonella ou em que tenham sido detectada a sua presença, não poderão ser vendidos como ovos de mesa, devendo ser tratados como produtos ovícolas e pasteurizados de forma a eliminar eventuais riscos para os consumidores.
Etiquetas: Economia, saúde, UE




