2009-07-12
Por alguma razão o queijo suíço tem buracos
Notícia da France Press
NOVA YORK, EUA, 12 Jul 2009 (AFP) - O banco suíço UBS e os governos dos Estados Unidos e da Suíça pediram o adiamento do julgamento previsto para começar na segunda-feira em Miami, Flórida, no qual a instituição suíça enfrenta uma acção para revelar dados de 52.000 clientes americanos com contas "off shore".
Este compasso de espera irá permitir "aos dois governos prosseguir as discussões com o objetivo de resolver o assunto", afirma um comunicado do Departamento de Justiça americano.
O pedido acrescenta que, se um acordo não for alcançado, uma audiência pode ser programada para dentro de três semanas (3 e 4 de Agosto).
As autoridades fiscais americanas querem obrigar o banco UBS a revelar os dados de 52.000 clientes que abriram contas "off shore" para evitar o pagamento de impostos nos Estados Unidos.
O banco suíço afirma que não pode revelar as informações porque representaria uma violação da lei suíça sobre sigilo bancário.
NOVA YORK, EUA, 12 Jul 2009 (AFP) - O banco suíço UBS e os governos dos Estados Unidos e da Suíça pediram o adiamento do julgamento previsto para começar na segunda-feira em Miami, Flórida, no qual a instituição suíça enfrenta uma acção para revelar dados de 52.000 clientes americanos com contas "off shore".
Este compasso de espera irá permitir "aos dois governos prosseguir as discussões com o objetivo de resolver o assunto", afirma um comunicado do Departamento de Justiça americano.
O pedido acrescenta que, se um acordo não for alcançado, uma audiência pode ser programada para dentro de três semanas (3 e 4 de Agosto).
As autoridades fiscais americanas querem obrigar o banco UBS a revelar os dados de 52.000 clientes que abriram contas "off shore" para evitar o pagamento de impostos nos Estados Unidos.
O banco suíço afirma que não pode revelar as informações porque representaria uma violação da lei suíça sobre sigilo bancário.
Etiquetas: banca, offshores, Sigilo bancário; EUA; Suiça
2009-01-16
AS OFFSHORES SÂO OVNIS, SABIA?

Finalmente, aprendi alguma coisa de ufologia. Na adolescência sempre que olhava à noite para a linha do horizonte do Atlântico pensava que via algo estranho.
Umas estrelas que brilhavam demais. E todos me diziam: Lília, são os barcos do peixe-espanha-preto à pesca.
É preciso uma pessoa crescer, os anos passarem, e estar atento às notícias para concluir que eu tinha razão. Os ovnis existem. Um dia disse que as offshores eram sociedades secretas (nunca chamei mal feitores) e íam-me "engolindo" viva. Mas já não me sinto só. Há ovnis, sim senhora, e vivem entre nós.
Vejamos o que esta semana disseram João Cravinho e Miguel Cadilhe.
“Em todos estes casos nós percebemos que as “offshore” estão no centro. Não há razão rigorosamente nenhuma para aceitar as “offshore” senão como uma prática de mal feitores”, disse hoje João Cravinho, actual administrador do Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento (BERD). O antigo ministro do PS, autor de um projecto anti-corrupção que nunca chegou a ser votado pela Assembleia da República, desafia o Governo “a resolver a questão do “offshore” da Madeira e a actuar “através da cooperação internacional”.
Na conferência, em Cascais, sobre a crise mundial, Cravinho deu exemplos: “Operação Furacão” , BCP e BPN para justificar o seu grito de acabar com os “paraísos fiscais”.
Nem a propósito.
Sobre o BPN, Miguel Cadilhe disse um dia antes no parlamento nacional que o número de activos do grupo é extenso e que há empresas ainda não identificadas.
«Entre estas, há umas que são para liquidar e outras, pelo contrário, são activos importantes. Esta operação serviu para detectar todas as offshores, que são 94. Há uma tecelagem de offshores que permitiram práticas evasivas», referiu.
Meu Deus, tanto OVNI.
Etiquetas: offshores


