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2005-07-05

 

Ainda a situação dos Transvases

Ontem estive num jantar/encontro de madeirenses que se faz com alguma regularidade desde há algum tempo com uma frequência média de 70 pessoas. O nosso convidado era nem mais nem menos que o Presidente da Quercus, Helder Spínola, biólogo, investigador na UMa, e madeirense (mas não somos xenófobos e admitimos qualquer pessoa no nosso convívio. Apenas reservamos a iniciativa do evento).
Para além de registar aqui a excelente intervenção do Hélder Spínola sobre a situação ambiental nacional e madeirense, apreciei também as suas respostas a algumas questões delicadas, entre elas a dos transvases, registando com apreço, a actual abertura da Quercus sobre este tema. De facto como disse o Helder, esta questão tem de ser analisada sobre um duplo ângulo: o impacte no ambiente de onde parte a água e o de chegada e, nesta situação, há a distinguir vários tipos de transvases. O exemplo dado pareceu-me muito convincente: as levadas da Madeira são uma espécie de transvase e a Quercus nada obsta. Já o desvio de um leito de rio é um outro tipo de transvase e tudo dito.
Fiquei elucidado.

Comments:
ESta questão dos transvases merece pelo menos uma grande reflexão. Seja transvases em soft, seja em hard, algo tem de ser feito. Se temos água e temos falta em muitos sítios, inclusive no combate aos incêndios... Enão vi pelo menos com o pormenor desejado nos 200 projectos esta questão colocada. Ana Esteves
 
Dou razão à Ana Esteves. A questão da água infelizmente nunca foi agarrada a fundo em Portugal. Toda a gente reconhece que estamos numa situação miserável a esbanjar recursos e com as populações mal servidas. Não foi desta vez ainda que o Governo nos contempla com um plano efectivo para executar. Mas tem tempo em todo o mandato para dar a este País que bem merece uma estruturação neste domínio. Parece que tem dois Ministros à altura para levar esse plano a bom termo (Agricultura e Ambiente).É preciso provarisso.Os técnicos desta área assim o desejam. C. Botelho
 
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