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2005-08-24

 

Empresa brasileira opta por Espanha

Depois de ler a notícia e as razões da ida para Espanha desta empresa farmacêutica, só vos remeto para o post logo antes deste - finalmente percebi - o calvário de uma ida ao hospital.

Por razões similares "excesso de burocracia" em Portugal e "baixa produtividade" a terceira maior empresa brasileira de fármacos desiste de se instalar cá. Pudera?
Comments:
Li os teus 2 posts e também penso que ambos os factos terão origem nas mesmas causas.
No nosso país discute-se muito pouco (ou nada) as ideias. Preferimos discutir pessoas. Só que estas têm muito pouca influência no que acontece de facto. E, devido a isso, continuamos a fazer quase tudo, principalmente aquilo que mais influência tem na qualidade de vida, na produtividade e em tudo que se relaciona com o desenvolvimento do país, como no tempo do Salazar.
É tempo, deste modo, de começar a discutir processos e de como se devem fazer as coisas, desde a Saúde ao Ensino, das Finanças ou das Conservatórias, etc. Há tantas coisas a simplificar que a margem de progresso do país, por essa via, é dos maiores da Europa.
A título de exemplo, uma pessoa que compre uma viatura usada na Alemanha, passados 15 minutos tem toda a papelada em dia e nova matrícula no carro sem sair do mesmo local.

PS: vim aqui por causa do Raimundo

Um abraço
 
Nilson
O problema é esse mesmo. Navega-se "à bolina" sem pensar no rumo. E assim, não se vai a lado nenhum. Este país precisa de um projecto global e de uma determinação para o levar a cabo. Um projecto global precisa de pensamento e infelizmente, como cidadão português, não o vejo. Desacreditei. Temos um País de potencialidades imensas, sobretudo no Alentejo. Numa agricultura moderna,desde que se encontrem os parceiros eos mercados. Mas agora toda a gente entrou no pensamento "único": o turismo, sem definir que turismo nos serve. Até já ouvi/li "gente importante dizer/defender" que podemos ser os criados da Europa. Eu sou um cidadão normal mas demitia quem pensa isto. Meu caro Nilson estou nesta, naquela descrença do descrente. temos muita margem de manobra para agarrar a competitividade. O que não temos é gente que, a sério queira ir por esse caminho.
 
Só um sado-masoquista é que opta por Portugal!
 
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