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2011-09-19

 

As eleições do dia 9 de Outubro na Madeira

Hoje o Presidente da República recebe o Primeiro Ministro e, segundo a comunicação social, um dos pontos da agenda é a situação grave na Madeira, decorrente do Dr. Jardim ter ocultado a verdadeira dimensão do buraco das contas da região.

O levantar do véu desse dossier pela Troíka teve repercussões muito negativas na credibilidade e imagem externa do País, empurrando a situação portuguesa no sentido da Grécia.

Há que apurar a situação, o que não é uma tarefa fácil, pois há empresas que não facturam para não pagar o IVA a 2 e 3 anos de avanço, porque o Governo da Madeira não é de boas contas. Só com o compromisso de pagamento à vista decidem-se pela facturação. É a prática corrente na Madeira. Infelizmente há que dar razão às empresas, sobretudo nos tempos de hoje em que o financiamento é de difícil acesso e caro.

Vivendo a Madeira esta situação grave, desconhecendo toda a gente, incluindo os Órgãos de Soberania, até onde vão as"armadilhas" do GR, não se sabendo ainda as medidas a tomar, nem como vão ser distribuídos os custos das medidas entre a Região e o País, como é possível que os responsáveis deste País não suspendam temporariamente as eleições até ao apuramento e clarificação global deste processo que exige debate nacional e regional?

Não se entende que o PR, a AR e o Governo do País não tenham a menor dúvida sobre umas eleições realizadas neste contexto. Será isto democracia?

O exercício pleno da democracia assenta em informação e conhecimento das questões chave objecto do voto. As condições actuais da Madeira não permitem nem o simulacro desta situação

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