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2007-12-10

 

A REPER de Alberto João

Ouvi dizer que Alberto João, é assim que é conhecido na Madeira, inaugurou na segunda feira passada a sua representação permanente (REPER) no Restelo. Nada a obstar: cada governo faça o que bem entende, apesar de achar algo esquisita ou de mau gosto a designação.

Já não me é indiferente que, em simultâneo, seja inaugurada a Casa da Madeira em Lisboa, no mesma vivenda mas sobretudo na "mesma cerimómia", sem qualquer abertura política, sendo confusa a promiscuidade e intimidade entre as duas entidades.

Li o que o "presidente" da Casa da Madeira, deputado Hugo Velosa, disse ao DN: "a Casa da Madeira não mete política partidária e quando a houver, eu demito-me". Interessante. Certamente o deputado já terá o requerimento pronto.

Alguns dados sobre a inauguração/confusão: Quem terá sido convidado para a inauguração? Critérios? Pelo que me contaram só gente próxima políticamente. Certamente uma ou outra excepção de disfarce.

Porque se intitula Hugo Velosa Presidente, quando há muitos anos não se realizam eleições?

Não seria mais sensato, aceitável, diplomático, intitular-se coordenador ou presidente, por exemplo, de uma comissão de relançamento da Casa da Madeira?

Concordo que a Casa da Madeira se distancie da política partidária, mas de facto. Seria um excelente princípio, direi mesmo, um princípio refundador da Casa da Madeira.

Apesar da má entrada, o deputado Hugo Velosa ainda está a tempo de demonstrar, na prática, o que afirmou.Assim o deseje mesmo.


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