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2006-07-27

 

Como se antevia

A reunião de Roma não levou a grandes conclusões, nem mesmo a uma unanimidade sobre o cessar-fogo imediato para acabar com aqueles horrores que as televisões nos dão.

Houve, contudo, um aspecto aparentemente positivo, embora nos possamos interrogar da sua viabilidade a muito curto prazo. Talvez, por isso, os participantes no encontro tenham acordado no pedido do envio de uma força internacional sob a égide da ONU.

No entanto, está quase tudo no vazio: que países poderão integrar essa força, quem pode liderar, que mandato para essa força, tanto mais que sobre isto as posições são mesmo divergentes, quando não aberrantes ou de grande irresponsabilidade como a de Aznar que felizmente tem poucos ou nenhuns seguidores.

A UE também vai reunir na 3ª feira, em Bruxelas, para tratar o tema.

Tenho ideia que pouco se progredirá. Talvez não se verifique um novo "cisma" como se deu com a Invasão do Iraque, mas ... não se irá muito longe. E estas oportunidades perdidas de contribuir para a pacificação são prejudiciais à UE, como bloco de influência a nível mundial.

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