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2006-07-19

 

Que grande Imbróglio !!!

A Ministra da Educação está, ou "meteu-se", num grande imbróglio.

Já não bastava a problemática dos exames e só faltava mesmo mais uma e chegou: a da contratação directa de professores pelas escolas. Esta última revela falta de coordenação entre dois Ministérios (Finanças e Educação), o que significa alguma coisa. E o PM aqui não pode deixar, eventualmente sem culpa nenhuma, de ser atingido. Descoordenação em tempo de crise não pode acontecer.

Mas, voltando ao tema dos exames e tentando ser o mais isento possível (o que não será assim tão possivel, admito), apercebi-me de duas grandes questões de fundo.

Se bem entendi, há um primeiro problema relativo a erros técnicos na concepção dos exames e um outro que tem a ver com a grelha de avaliação (critérios). Não sei se não haverá aqui um problema derivado, a interpretação da grelha pelos professores/autores da correcção.

Sobre estes dois problemas terá de haver uma análise de fundo por uma/várias entidades independentes que "preto no branco" digam a quem deverá ser atribuida a responsabilidade e, minhas senhoras e meus senhores, a culpa não deve morrer solteira. Diga-se com nomes quem são os culpados. Isto de ser a Ministra a culpada, é sempre uma situação fácil. Ela é a culpada política, certo. E os executantes que deveriam ter cumprido exemplarmente a sua função? Estes passam ao lado? Não, devem ser identificados pelo seu mau desempenho técnico, se o houve. Caso isso não se apure porque não se quer ir por essa via, continuamos sempre igual a nós próprios. Neste país, nunca há culpas e na linguagem da "jornalista" MJA (ainda hoje o jornalista Pedro Rolo Duarte a trata de jornalista na sua coluna do DN), tudo graças a Deus. E, assim, acedemos à sorte grande

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