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2007-06-25

 

Venda livre de medicamentos mas sem comparticipação

Não consigo perceber porque razão se fica "a meio" de uma "guerra", quando é necessário terminá-la com conta, peso e medida e, se possível, até por negociação.

Vem tudo isto a propósito de algumas medidas avulso, mas algo inconsequentes, que o Ministério da Saúde tem vindo a tomar, que afectam o negócio farmaceutico, vulgo monopólio das farmácias.

Ainda hoje ouvi a proprietária da primeira parafarmácia que se situa, em Santarém, dizer que decretar a venda livre de mais fármacos mas, se fora das farmácias sem comparticipação, é discriminação favorável às farmácias e prejudicial aos doentes. E acrescenta que não atinge a razão alegada pelo ministério: complexidade na montagem do sistema de comparticipação.

Esta medida não medida não vai no sentido da concorrência que se diz querer promover, porque só vai resultar em situações de aperto do doente e, desta forma, não se atingem os objectivos da venda livre: a baixa dos preços do medicamento.

Temos, pois, um negócio enviesado em termos de mercado, tanto mais, segundo me informaram, há medicamentos a que as parafarmácias dificilmente têm acesso devido a monopólio na distribuição grossista que defende os interesses das farmácias.

Comments:
Não há problemas!...
O objectivo seguinte é acabar totalmente com a comparticipação (em ambos os lados)!
 
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