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2008-02-04

 

Inspectores da PJ discordam de Alípio Ribeiro

Alípio Ribeiro é o director da PJ e veio um dia destes admitir em entrevista televisiva que houve uma precipitação em constituir os McCann arguidos no processo Maddie.

Os apoios a esta sua atitude comportamental não se fizeram esperar. Desde logo o apoio do ex-bastonário da Ordem dos Advogados, nomeado, no fim do mandato, advogado dos McCann que, em entrevista "descomprometida", considerou um acto de nobreza esta atitude de Alípio Ribeiro e na imprensa de hoje lê-se em título: Pais de Madeleine pedem para deixarem de ser arguidos.

Será mesmo que Alípio Ribeiro pode tomar, ética e jurídicamente, uma atitude pública destas, sem consequências?

Não terá feito nenhuma infracção legal, pois o caso, apesar do seu grande mediatismo, continua em segredo de justiça?

Para além desta questão que a existir não é de somenos importância, devia lembrar-se de que no processo trabalharam vários inspectores que fundamentaram com a sua investigação este processo e que houve uma intervenção do Ministério Público no caso. Mais um que sozinho tem toda a ciência!!

Não haverá aqui uma "guerra" subjacente PJ/MP? Pelo menos mal-estar no seio da PJ causou. É oq ue diz a imprensa de hoje.

E o que vai agora a PGR fazer?

Comments:
Para ser preciso e não criar qualquer confusão deveria ter mencionado o nome do ex-bastonário da OA, a que se refere.
 
Tem alguma razão.

Refiro-me ao último ex-bastonário da OA, o dr. Eugénio Alves, de quem vem os maiores elogios ao Director da PJ, pois vem beneficiar, com o que disse, os seus clientes. Pudera!!
João Abel de Freitas
 
Meu Caro João Abel

Neste momento não me interessa nada a razão de estado, nem saber se ao abrigo de uma lei retrógada o director da PJ pode ou não fazer os comentários que fez. O que me interessa é sublinhar que a tese da PJ não tem pés nem cabeça. Isto é, a PJ nunca foi capaz de demonstrar que a sua tese tinha pés e cabeça, não obstante, a partir de uma certa altura, passar a ter os media todos por conta, além dos comentadores oficiosos que conseguiu infiltrar na televisões ao serviço da sua causa. Provavelmente, o processo já teria tido outro desfecho se a criança desaparecida fosse uma pobre criança portuguesa...
O director da PJ apenas disse o que o processo diz e acho que a sua declaração se destinou a preparar a opinião pública para o desfecho óbvio. É que tudo foi mal conduzido desde início. Sabes, João Abel, a regra de ouro de uma investigação criminal é deixar os factos falar, de preferência cientificamente, e não extorquir cconfissões ao "suspeito". Para deixar os factos falar é preciso, do lado da investigação, uma sólida atitude racional. Uma atitude que deixe de lado emoções e outra irracionalidades do género...
JM Correia Pinto
 
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