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2009-06-28

 

Há coisas na vida melhores que um bruto ordenado

Palavras de Elvira Fortunato, Cientista e líder do laboratório de ciência de materiais da Universidade Nova de Lisboa.

Estas palavras são de resposta a uma pergunta porque não emigra?

Mas faço aqui referência a Elvira Fortunato, um pouco ainda em ligação com o poste anterior"Olhares de fora" para o que nasce em Portugal seja na produção seja no saber. Elvira Fortunato é tão só "um caso sério na comunidade científica internacional com a patente da electrónica invisível, que logo despertou a cobiça da Samsung que vai usar em todos os mostradores (telemóveis, máquinas fotográficas, TV, etc) a invenção made in Caparica, que proporciona resoluções altíssimas" trancrição do DN de hoje "dois cafés e a conta" . Continuando a citar o DN Elvira Fortunato "não esconde que lhe custa que, num país com uma fileira de papel poderosa, empresas como a Portucel e a Renova tenham desperdiçado a fantástica oportunidade que lhes foi oferecida, de aproveitar a invenção do transístor de papel para fabricar produtos inovadores e de maior valor acrescentado que o papel higiénico ou de fotocópia. Mal souberam do assunto, os brasileiros da Suzano atravessaram logo o Atlântico a correr...".

Típico de português ou dizer mal como no "Magalhães" ou deixar fugir as janelas de oportunidade que, de vez em quando, se abrem. E atenção a Portucel e a Renova já não são empresas quaisquer. São empresas que deveriam ter "estrategas". Oportunidade perdida. Certamente por ser um produto da inteligência nacional não se deram ao luxo de reflectir um minuto.


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