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2009-12-28

 

[1890] Imagine-se então se é o maestro a dirigir com outra partitura



Joaquim Vieira, a chegar ao fim do seu mandato, despede-se hoje das suas funções de Provedor do leitor do Público com uma "Carta aos jornalistas do Público" no local da sua habitual crónica de Domingo nesse jornal (e também aqui).
Joaquim Vieira ficará na memória dos  leitores do Jornal em que é Provedor pelo desassombrado papel de denúncia da "agenda política oculta" de José Manuel Fernades envolvido na montagem da trapalhada conspiratória das escutas supostamente feitas pelo Governo ao PR, durante a pré-campanha eleitoral para as legislativas da Drª Manuela de que era, com o seu amigo PP, entusiasta apoiante.
Agora Joaquim Vieira ao despedir-se relembra as críticas que teceu e afirma que "nãose tratava de pôr em causa toda a redacção. Só que numa orquestra afinada basta um dos seus elementos perder o tom (para mais numa posição de chefe de naipe ou de concertino) para que todo o conjunto desafine (imagine-se então se é o maestro a dirigir com outra partitura)."

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Desde que o Joaquim Vieira foi "corrido" do EXPRESSO que o tenho em alta conta como expoente do jornalismo em Portugal. A sua actuação no malfadado "caso das escutas" veio confirmar a sua verticalidade como homem da comunicação social. Demonstrou uma integreza de carácter que é de enaltecer nos dias que correm, em especial no mundo da informação jornalística.
 
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