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2010-08-12

 

Cândida Almeida e os dois Procuradores Freeport

Há indícios de que a declaração de coesão entre os três, publicitada ontem, aponta para uma saída próxima: o regresso dos dois procuradores à base, a saída do DCIAP.

Será, não será? Como dizia ontem aqui, algo esteve na origem dessa movimentação: uma certa cosmética, a defesa corporativa da classe e acrescento agora algum entendimento de relacionamento depois dos cacos partidos.

Nada disto serve à justiça portuguesa. Nem revisões de poderes da "rainha de Inglaterra" acrescenta qualquer coisa de útil. Nem apelos à intervenção do Presidente da República.

O problema não está aí. Está nas pessoas designadas para exercerem os cargos. São precisas pessoas com estatura humana, moral, política, capazes de interpretar as leis em favor do bem público e que não se deixem enrolar em jogos de influência e impulsionem um desempenho sério. Esta é que é a verdadeira questão.

Mais PR, mais PM, mais MJ, sem pessoas capazes nos cargos, por mais brilhantes juristas que sejam, não leva a lado nenhum.

Comments:
O balneário da PGR, usando a terminologia futebolística, anda muito irrequieto e sem orientação.

E aqui o que deve mudar? O treinador sem dúvida e parte do balneário que começa a debandar e bem, se for assim.
 
De Juristas está o país farto. São eles que no essencial lixam isto tudo, defendendo os poderosos que lhes podem pagar bem,vejam o Dr. Duarte Lima, não foi bem pago?aos milhões e ainda são esses mesmos ou amigos que enviesam a justiça, em favor de quem?. Óbvio.
 
Missa de finados (humor negro, ou simples desencontro?)

O «caso» Freeport parece uma Missa de Finados em que parte dos presentes desejavam que o morto fosse outro e, vai daí, desatam a tentar rever os últimos instantes na vã esperança de finar o seu extinto desejado.
 
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