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2011-02-20

 

Contra o medo ... e apesar do medo

Realizou-se o cordão humano no aterro do Funchal.

Alguns venceram o medo e apareceram, entre eles, um vereador da Câmara do Funchal, eleito pelo PSD. Atitude louvável, sem dúvida.

Outros, muitos não apareceram porque reina o medo . Receiam ser apontados a dedo e não querem ainda desagradar.

Não acredito que até dentro do Governo Regional seja tudo pacífico. Admito que haja pessoas de bom senso e que não se deixaram capturar totalmente pelo Secretário regional. do respectivo pelouro.

Até o Presidente do governo se tivesse tempo para pensar não embarcava nessa proposta pelas razões mais diversas.

O aterro para cais de acostagem de cruzeiros não tem lógica. Não há necessidade de enterrar ali 40 milhões de euros(é o que se diz). Já alguém reflectiu que os cruzeiros não são assim tão importantes no turismo. E os estudos de impacte ambiental sobre a funcionalidade do porto?

Dizem os estudos internacionais que os cruzeiros só têm interesse económico nos portos de início e de destino. do cruzeiro. Nos de passagem, o impacto económico é muito reduzido, porque hoje um navio de cruzeiro é uma cidade flutuante. Antes não era assim. Depois ao contrário do que apregoa Santos Costa há soluções baratas para dali retirar o aterro. Porque não fazer hortas comunitárias nas ribeiras fora do Funchal, utilizando todo aquele entulho? Seria caro levar por barco? Perguntem a quem sabe. Aos bombeiros por exemplo.

Trocar o novo hospital pelo aterro é de facto uma opção indigna e põe em causa ou pelo menos levanta dúvidas sobre a viabilidade de projectos que à Madeira poderiam ajudar a pô-la no Mapa, por exemplo em termos da saúde, "casando-a "com o turismo. Esses sim mereceriam bem os 40 milhões.

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