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2011-04-02

 

Uma Europa polígama

A Europa anda a esforçar-se por fazer casar vários países membros com um só parceiro, o FMI.

Não dá dote ao país casadouro. É um casamento pobre e arriscado, mas muito desejado pela Senhora Merkel e o Senhor Sarkozy, entre outros.

Dois dos países membros Grécia e Irlanda já foram obrigados a casar, por quanto tempo é a questão.

Agora anda a esforçar-se para levar Portugal ao Altar de braço dado com o FMI.

Esta Europa que assim tem agido, tem em Portugal seguidores que gostariam que o padrinho de casamento fosse o governo de José Sócrates.

Vamos ver até onde vão as pressões sobre o governo.

É evidente que o governo deve tudo fazer para não cair na armadilha, até porque não tem legitimidade política para isso.

A direita e Cavaco Silva estão numa de pressão para ver se conseguem que o Governo PS avance com o resgate da dívida.

Não se percebe tanta insistência neste casamento com o FMI.

Não se percebem as razões porque tem o FMI de actuar na Europa quando há mecanismos europeus que podem e devem desempenhar este papel.

É desta forma que se preconiza um espaço com política própria? Não é. Esta associação significa uma hipoteca e uma subordinação da política europeia ao FMI, ou seja, em última análise aos EUA.


Comments:
Como vai o Largo do Rato ver-se livre do melhor Banha da Cobra que já conheceu?

É que ele até conseguiu o apoio desde Kadafi a Merkel e Zapatero que este até já se despediu.

O PS nunca esteve tão enrolado como agora.

Nem com Carrilhos e outros atirados às canelas do Sócrates lhe fazem mossa!

Estamos tramados!
 
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