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2011-07-14

 

A Ser Verdade ...cai a máscara ao Governo

Este governo desmascara-se muito mais cedo que o previsto.

Então depois de na AR Passos Coelho ter dito, com todas as letras, que o imposto extraordinário equivalente a 50% do rendimento de Natal, diminuído do salário mínimo era um esforço pedido a todos os portugueses, vem agora isentar, segundo a comunicação social, mais valias bolsistas, juros de depósitos, rendas, etc, ou seja, tudo quanto é rendimento ligado ao capital ou suas aplicações.

A ser verdade, para além de uma afronta a quem trabalha, o governo reconhece desta forma que o capital é parasita, é especulativo, não colabora para o esforço da recuperação do País. É um atestado de inferioridade. Entendo que os empresários não se sentirão bem nesta situação.

Então é-lhes negado o dever de contribuir para esse tal esforço nacional?!

Se o governo por isto ou por aquilo, por uma questão de classe, vai determinar que o esforço é só para os rendimentos do trabalho não lhe chame então de nacional. Seja honesto e assuma que é só a uma parte do País que é pedido o esforço, a quem trabalha.

Não foi isto o que nos foi transmitido. Factos são factos e o actual ministro das finanças referiu taxativamente que até as mais valias iam ser taxadas com esse imposto especial.
Não venham agora com as fugas de capital. É ridículo.

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Comments:
Mas então estevam à espera que o Sr. Passos Coelho fosse taxar os rendimentos do capital? Nunca admiti isso. Os argumentos são mais do que conhecidos. Neste momento em que os governos da Europa andam ao colo com a Banca, poderia ser de outro modo?
Não é o capital financeiro que sustenta a Srª Merkel e o Sr. Passos Coelho?
 
Sim. A máscara vai cair. O País está cada vez pior e a única saída está na emigração. A década de 60 vai ressurgir. O Brasil e algumas ex-colónias vêm aí para muitos e em especial para os quadros jovens. Temos um grupo, que embora com receio, já estamos a tentar Angola. Mas o governo pouco apoia, pouco informa. Também já batemos à porta de empresas lá radicadas que não nos aconselham ir à aventura.
 
Portugal está a saldo e com intérpretes de primeiro plano que não dominam as primeiras páginas do manual de cortesia.
 
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