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2012-02-05

 

Passos Coelho no seu melhor

"Custe o que custar" disse Passos Coelho sobre o cumprimento do acordo com a Troíka.
Não gostei de tamanha insistência.
Depois de alguma volta à minha cabeça lembrei-me que esta era uma frase dita e repetida por gente célebre normalmente ditadores.
E não é que Passos Coelho limitou-se a repetir uma frase do ditador espanhol, o generalíssimo Franco como ficou conhecido na história quando no princípio da guerra civil de Espanha ainda estava no Norte de África afirmou que a guerra era para levar até ao fim, derrotar os republicanos? E face a uma pergunta incómoda de um jornalista que lhe disse "vai ter que matar metade dos espanhóis" para isso. Franco responde indirectamente, é para levar até ao fim "custe o que custar".
Passos Coelho está nessa, menos para a banca, que já prometeu negociar prazos com a Tróika para o cumprimento de certas cláusulas. "Custe o que custar" sim menos para a banca.

Publicado também no Face


Comments:
Caro João Abel de Freitas,
Fiz link... e agradeço :)
Um abraço.
 
Mas ontem estando a ler a história do século XX de Martin Gilbert encontrei (pg.220) uma frase de Mussolini onde Passos Coelho tem companhia "Não há recuo possível. O governo e a nação estão agora empenhados num conflito que decidimos levar até ao fim , custe o que custar". Isto referia-se a um dos ataques à Abissínia em 1935, quando decorriam negociações na Sociedade das Nações.
 
Tanta cultura geral antiga.

Afinal Passos Coelho é um génio e não sabia.

Agora já sabe e não lhe custou nada.
 
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