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2012-07-26

 

Madeira: Combate aos incêndios com meios aéreos?

Os economistas, embora não pratiquem muito, são uns chatos. Têm sempre na ponta da língua o chavão  da análise custo-benefício. Tarefa pouco fácil, se quiserem ter em conta os impactos de natureza social e não apenas os estritamente económico-financeiros e  se acrescentarem ainda os de natureza estratégica. É exactamente neste ponto que rapidamente se cai na tecnocracia, fazendo uma análise pomposa mas que reduz tudo a uma mera análise técnica.  E assim  se mandam  às urtigas os impactos directos e indirectos na vida das pessoas.

Aqui está por onde começar, ou melhor talvez por onde acabar.

Será a orografia o problema? Ou a dimensão? Ou não será antes a inexistência de infraestruturas adequadas?

Nada disto está equacionado.

Mas duas grandes questões estão por ponderar antes de qualquer decisão e posição consequentes. Uma tem a ver com a preparação e custos do abastecimento de água ás aeronaves e outra com os custos de manutenção dos meios aéreos, porque segundo me disseram só um aparelho é quase igual a zero. Mas isso são contas de outro rosário e eu desse rosário nada sei, mas achei lógica a explicação de dois no mínimo, a necessária complementaridade de a ctuação rápida e sincronizada.

Agora o abastecimento não há infraestruturas de água doce. E segundo, água salgada parece de todo condenável. Canárias que o diga porque já fez essa asneira e ainda não recuperou a área atingida.

E nisto tudo entra de facto uma análise custos benefícios na concepção mais ampla possível, ou seja, toda a natureza de impactos tem de ser ponderada.

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