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2012-10-14

 

O povo protesta. Está na rua. Rejeita as políticas deste governo

O Povo está na rua e vai continuar.

As medidas deste governo que neste ano de 2012 se traduziram em mais miséria e fome para grande parte da população portuguesa e em perda acentuada do poder de compra vão agravar-se em 2013. Os resultados de 2013 serão bem mais dramáticos ainda.

Mais empobrecimento vem aí com mais cortes salariais e mais impostos. Há uma ilegalidade em tudo isto. Há uma desigualdade na distribuição em tudo isto. Este governo levará Portugal ao abismo.

Como pode o governo que apregoou não aumentar impostos, nunca cortar os subsídios de férias e de natal, ter cara para fazer o que está a fazer?

Não pode alegar que desconhecia a situação. A situação do país era bem conhecida deste governo ou pelo menos de alguns dos seus membros e assessores principais nos quais incluo Passos Coelho e Portas. Como se pode ver no livro recém publicado "Resgatados os bastidores da ajuda financeira a Portugal" houve inúmeras reuniões entre Passos Coelho e Sócrates, entre assessores de um e outro lado, em que a situação foi dissecada. O argumento do desconhecimento da situação é uma pura mentira.

A situação do país é cada vez mais grave. A dívida toda ela aumenta, seja a externa seja a soberana. Os custos da dívida tornam-se insuportáveis e retiram  ao país muito milhares de milhões de euros que podiam se cá estivessem disponíveis serem aplicados na economia criando emprego e riqueza.

Segundo os dados deste governo (OE2012) os juros com a dívida foram em 2010 - 5189,9 milhões de euros, em 2011 - 7298,3 milhões e em 2012 - 8823,5 milhões. Uma subida brutal em cada ano. Neste último ano, os juros representam mais de metade das despesas previstas com o pessoal - 16929,9 milhões de euros.

Como pode um país sobreviver com estes encargos que equivalem a mais de 5% do PIB? Impossível.

Os custos da dívida são o resultado da taxa de juro média elevada que o país paga pelos empréstimos, taxa essa que é superior até à da Grécia.

Bastava renegociar uma descida de 2 a 2,5% na taxa que muitos milhares de milhões eram poupados e injectados no circuito económico, beneficiando toda a economia, mais consumo, mais vendas e criação de emprego.

Não se compreende que este governo continue de cócoras face à troika e não aponte este caminho. O mínimo seria encetar negociações neste ponto.

Comments:
Mas que confusão anda na cabecinha dos portugueses!A coisa é tão simples!
Durante os últimos 30 anos a Europa aproveitou a fartura de dinheiro nos bancos(poupança do povo),com os juros baixos e comprou propriedades (acabaram os bairros da lata), viajou, comprou carros caros, implantou serviços públicos gratuitos, fez a semana das 35 horas (França),istituiu o 13o. salário, o 14o. salário, o 15o. salário (Grécia), 2 anos de seguro desemprego, ajudas sociais descontroladas, saude de graça, pesados subsidios na economia, etc... com o populismo e a demagogia, aliada da poesia idealista na política...
Os salários subiram de tal modo que a indústria não conseguindo vender mais produtos no competitivo mercado globalizado, fechou as portas...todos os dias fabricas fecham e se mudam para a Ásia...e menos impostos para o estado...
O principal complicativo foi o ataque dos tigres asiáticos que derrubaram as economias mais caras e menos competitivas.
Conclusão: o deficit dos estados cresceu, os governos começaram a pegar cada vez mais dinheiro dos poupadores (bancos) até que a gota de água verteu dos copos: os poupadores começaram a ter medo do calote, e então os juros subiram... a uma situação dramática,a atual.
Mas há que vencer essa fase com trabalho dobrado, menos salários, reformas na legislação fantasista, reforma do ensino com redirecionamento para as ciências, matemáticas, físicas, etc e menos artes. Menos poesia e mais engenharia.
Infelizmente a Europa sempre foi pobre, pois não tem recursos nem matérias primas.Era uma fornecedora de mão de obra para as Américas, África. O que ela tinha e deveria desenvolver é a inteligência e o gosto pelo trabalho.
O resto é demagogia e fantasia. Será que querem voltar para o comunismo, comprovadamente incompetente? Ou o comunismo cubano? Querem ter os salários de cuba, 20 dolares por mês?
Mas que chatice, agora que tudo parecia maravilhoso, a Europa rica!

 
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