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2013-10-01

 

Tsunami's fortes e agradáveis

A minha terra de origem foi acometida no Domingo por um ´forte Tsunami, um Tsunami muito simpático. A Madeira mexeu mesmo. Alberto João Jardim já deu as suas "Explicações" para a grande derrocada que teve. Um Imprevisto que excedeu tudo- Perder 7 Câmaras em 11, quando todas eram jardinistas, é obra.

A culpa nunca é de Jardim. São os outros. Há uma fase na vida das pessoas, aí pelos 3/4 Anos de idade em que as crianças têm tendência para culpar os outros de tudo em que se metem e lhes sai mal. Jardim aos 70 ainda anda nessa.

E então veio o rosário de culpas e desculpas, o PSD nacional,  a Tróika e os traidores dentro do PSD/regional. Não disse mas Miguel Albuquerque é de certeza o maior. Como pode ter tido o atrevimento de me afrontar?!!!.Deve ser a grande angústia de Jardim. Um pecado sem perdão.  Desta vez apenas se esqueceu da Maçonaria. A memória vai falhando, enfim....

Mas sem me armar em analista político, o que vejo nisto é que poderão começar a estar reunidas condições para fazer saltar o homem do baralho da vida política madeirense, Mas vai ser duro.

Não há dúvidas que há trabalho a fazer em diferentes frentes a começar no PSD, em meu entender o domínio mais importante. Como reunir as fileiras dentro do PSD contra Jardim? 

A Madeira merece outro PSD, um PSD que respeite e dialogue com as outras formações políticas e que pense na Madeira, num projecto sério de desenvolvimento. Jardim só "brincou" com a Madeira. Nunca teve um projecto.

Sem dúvida que todos os antijardinistas estejam onde estiverem (políticamente é claro) têm um papel a desempenhar: Mas deve dominar o bom senso, a estratégia e uma dinâmica de agregação de vontades.

Acredito que Jardim vai estrebuchar muito. Não quer deixar o poder tanto mais que sairia muito diminuido.. 

Mesmo os seus acólitos e já não terá muitos começam a deixá-lo. Jardim é cada vez mais um homem embora com uns quantos a fazer ainda de "falsos cónegos".

Pensar numa grande frente e prepará-la para tirar a cadeira a Jardim é o caminho. A Madeira e o País ganhariam muito com o desabamento do jardinismo, um estado novo madeirense encapotado ou para utilizar a frase de que Jardim gosta muito a Madeira Nova, uma edição de estado novo mas de 2ª ou 3ª classe.

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Comments:
Um Estado do 26 de Abril, na Madeira ou no Minho ou Algarve, nunca se pode chamar um Estado Novo.

Isso é desinformar.

É exactamente o oposto de um Estado Novo, tudo o que se passou no país des do 26 de Abril até hoje.

(o 25 de Abril ainda foi feito no Estado Novo)
 
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