2011-09-14
O (des) comportamento do Dr. Alberto João Jardim
O Dr. Alberto João Jardim não é uma pessoa recomendável em termos de comportamento político.
A sua "língua" não tem limites. Pensa que pode, com palavras de baixo nível, ofender tudo e todos. Mas a realidade é outra. Quem se sai mal na fotografia é quem tem usualmente comportamentos indignos.
Conheço bem o Dr. Silva Lopes, como Homem e como Economista. Tenho o maior apreço nos dois campos.

Tive/tenho muito gosto em ter sido o responsável pela revista "Economia & Prospectiva" que dedicou a edição de Julho/Dezembro de 2000 ao tema "Economias de Pequena Dimensão e Isoladas" cujo sumário para melhor esclarecimento se insere.
Como se vê pelo sumário trata-se de um número da revista em que participaram pessoas de um leque político e técnico alargado.
Porque razão invoco este número?
Exactamente, porque tratou um tema que muito tem a ver com a Madeira e com as RUP's com participação do responsável das RUP na UE, das Canárias, Açores e Madeira, incluindo um Secretário Regional do Governo de então de Alberto João Jardim, o Dr. Pereira de Gouveia.
Neste número de há 11 anos atrás, o Dr. Silva Lopes e o Dr. Miguel Beleza em artigo conjunto abordaram "as finanças públicas das Regiões Autónomas" que o Nicolau Santos fez referência, no último Expresso da meia noite.
Nesse artigo conjunto, Silva Lopes e Miguel Beleza explanam a situação das finanças públicas regionais centrando-se nas questões da transparência, da autonomia financeira das regiões, da solidariedade nacional e sobre os custos financeiros das autonomias, concluindo do seguinte modo:
" O que foi exposto não significa que não se justifica elevadas transferências financeiras do Continente para as regiões dos Açores e da Madeira. O que se procurou pôr em destaque foi que:
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Porque razão invoco este número?
Exactamente, porque tratou um tema que muito tem a ver com a Madeira e com as RUP's com participação do responsável das RUP na UE, das Canárias, Açores e Madeira, incluindo um Secretário Regional do Governo de então de Alberto João Jardim, o Dr. Pereira de Gouveia.
Neste número de há 11 anos atrás, o Dr. Silva Lopes e o Dr. Miguel Beleza em artigo conjunto abordaram "as finanças públicas das Regiões Autónomas" que o Nicolau Santos fez referência, no último Expresso da meia noite.
Nesse artigo conjunto, Silva Lopes e Miguel Beleza explanam a situação das finanças públicas regionais centrando-se nas questões da transparência, da autonomia financeira das regiões, da solidariedade nacional e sobre os custos financeiros das autonomias, concluindo do seguinte modo:
" O que foi exposto não significa que não se justifica elevadas transferências financeiras do Continente para as regiões dos Açores e da Madeira. O que se procurou pôr em destaque foi que:
- os montantes, a natureza e as aplicações dessas transferências (implícitas e explícitas) devem ser claramente conhecidos;
- as transferências devem servir, fundamentalmente, para compensar custos de insularidade e para estimular o desenvolvimento económico das regiões beneficiadas, isso implica que devem ser afectadas, na base de regras de atribuição bem definidas, a programas específicos que sejam considerados de grande interesse para atingir aqueles objectivos e não para financiar estratégias de poder político ou administrações regionais pletóricas e pouco produtivas. 12 de Dezembro de 2000"
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Etiquetas: Finanças públicas regionais, Miguel Beleza, Silva Lopes