2010-04-15
CUIDADO COM O NÚMERO DE TELEFONE DE APOIO AO CLIENTE TAP
Este é o nº de telefone de apoio ao cliente da TAP 707205700. Cuidado.
Mal estabele a ligação está a pagar e bem. PAGA... mesmo que não seja atendido. E pode estar longos minutos sem saber no que se mete.
Caí na armadilha mas NUNCA MAIS, meus senhores.
Precisei confirmar o código de uma reserva on line da TAP e nunca pensei que aquele liga e desliga com uma gravação de fundo, informando insistentemente que estava na lista de espera do atendimento, atingissem o montante de uma passagem aérea Funchal/Lisboa num voo da Easy Jet.
A taxa telefónica aplicada a este número do cliente TAP é um escândalo, ainda por cima quando, na maioria das vezes, para não dizer quase todas, não somos atendidos, nem à primeira, nem à segunda, nem à terceira, etc, etc. A linha está alegadamente sempre ocupada o que faz com que o cliente repita e repita e pague e pague.
A defesa do consumidor anda a dormir. Os partidos, também. Andamos todos anestesiados. Tontos. Parvos e Imbecis. Aceitamos esta porcaria toda sem pestanejar, como se fossemos condenados por uma mão invisível que nos amarfanha.
Já fiz todos os actos de contrição que tinha a fazer. E não tenho de fazer mais nenhum "Mea Culpa" a não ser que me cale. Acho que chegou a altura de fazer alguma coisa. A denúncia é pouco. A isto chama-se roubo. Mesmo que esteja regulamentado (dá-me vontade de rir este verbo: regulamentar!), um serviço destes - marcação de viagens, informações de voo, devem ser disponilizados gratuitamente pela companhia. Ninguém lhes pediu. Foi ela que o criou para melhorar a relação com o cliente. Uma ova! Criou foi mais uma fonte de receita.
Volto a repetir o número: 707 205 700.
E não se esqueçam que, afinal, este não é um número de prestação de serviços gratuito.
É uma linha de solidariedade para ajudar ao pagamento dos prémio de desempenho dos gestores das duas empresas públicas: TAP e PT.
Mal estabele a ligação está a pagar e bem. PAGA... mesmo que não seja atendido. E pode estar longos minutos sem saber no que se mete.
Caí na armadilha mas NUNCA MAIS, meus senhores.
Precisei confirmar o código de uma reserva on line da TAP e nunca pensei que aquele liga e desliga com uma gravação de fundo, informando insistentemente que estava na lista de espera do atendimento, atingissem o montante de uma passagem aérea Funchal/Lisboa num voo da Easy Jet.
A taxa telefónica aplicada a este número do cliente TAP é um escândalo, ainda por cima quando, na maioria das vezes, para não dizer quase todas, não somos atendidos, nem à primeira, nem à segunda, nem à terceira, etc, etc. A linha está alegadamente sempre ocupada o que faz com que o cliente repita e repita e pague e pague.
A defesa do consumidor anda a dormir. Os partidos, também. Andamos todos anestesiados. Tontos. Parvos e Imbecis. Aceitamos esta porcaria toda sem pestanejar, como se fossemos condenados por uma mão invisível que nos amarfanha.
Já fiz todos os actos de contrição que tinha a fazer. E não tenho de fazer mais nenhum "Mea Culpa" a não ser que me cale. Acho que chegou a altura de fazer alguma coisa. A denúncia é pouco. A isto chama-se roubo. Mesmo que esteja regulamentado (dá-me vontade de rir este verbo: regulamentar!), um serviço destes - marcação de viagens, informações de voo, devem ser disponilizados gratuitamente pela companhia. Ninguém lhes pediu. Foi ela que o criou para melhorar a relação com o cliente. Uma ova! Criou foi mais uma fonte de receita.
Volto a repetir o número: 707 205 700.
E não se esqueçam que, afinal, este não é um número de prestação de serviços gratuito.
É uma linha de solidariedade para ajudar ao pagamento dos prémio de desempenho dos gestores das duas empresas públicas: TAP e PT.
Etiquetas: nª de apoio ao cliente 707205700, TAP
2010-04-12
A isto chama-se code-share TAP/SATA. Estão a brincar!
Viver nas ilhas tem elevados custos de transporte para uma pessoa se chatear com a burocracia idiota de um país propositamente atrasado e que de competitividade não quer saber nada.
E comecemos pelas informações pagas da PT, que está a precisar de um concorrente neste serviço. Nunca acertam.
Ouvida a gravação do costume, digo o nome do contacto telefónico que pretendo.
Neste caso, "Tele check-in" da SATA.
Resposta: "Pediu a Associação dos Técnicos Oficiais de Contas?".
Como? Estão parvos. Apetece desligar de imediato mas eu já paguei a porcaria desta chamada. Eis senão quando, uma voz ao vivo, dá-me a grande notícia. "Não há registo de Tele Check-in SATA". Desculpe? Primeiro, o sistema não percebeu o que eu disse e agora você vem logo com essa. A SATA não tem contactos? "Não".
Enquanto falo para o boneco, pesquiso na internet e encontro o nr. 707 227 282 e achei por bem informar a PT. Ou seja, prestei um serviço público. Adiante.
Ligo, então, para a SATA às 22H10. E ouço nova gravação.
"Poderá efectuar o seu check-in por telefone a partir das 24 horas que antecedem o voo até 1 hora antes da partida. Este serviço está disponível das 07h00 às 21h00 (Açores) e das 08h00 às 22h00 (Continente e Madeira).". Não acertei por 10 minutos.
Fiz o meu raciocínio. Se vou viajar num voo SATA em code-share com a TAP portanto, e se os serviços da SATA não funcionam a partir das 22 H, será com certeza a Companhia de Bandeira a fazê-lo.
Ligo para o 21.8431144 (Tele check-in TAP) e explico a situação. Dou o código de reserva....e sou logo interrompida.
"É um voo SATA. A TAP não pode fazer o tele check-in", diz-me uma voz masculina.
"Não pode? Eu própria marquei esta viagem na página on line de reservas da TAP?" pergunto completamente irritada.
Resposta ainda mais irritada.
"Minha senhora, a operadora é a SATA e não a TAP. Só pode fazer o tele check-in através da SATA. Se os serviços deles estão encerrados esse não é problema da TAP".
Pois não. É meu.
"Quer dizer que code-share TAP/SATA inclui tudo menos o tele check-in?, questiono
"Pode-se dizer que sim", responde.
Mas estas companhias são um lindo par de imbecis! Ainda bem que há companhias low cost.
Este marketingzinho de meia tigela da TAP e a falta de visão da SATA são dois exemplos de que em Portugal ninguém pensa.
BENDITAS LOW COST.
Mas falta ainda mais uma história.
Como residente tenho direito a 30 euros mesmo que pague 300 euros. Recebe a mesma esmolinha do Estado se pagar 61 euros. A isto chama-se justiça.
Mas há um coisa meus senhores. Eu tenho o direito de ter uma factura nas reservas on line logo após o pagamento, nem que seja 1 euro. Não deveria precisar de enviar um e-mail a pedir, por favor, enviei-me o papelinho. Bastava as inteligências colocarem na página das reservas um campo para os residentes e não residentes. Conforme a situação assinalava-se com um X. Um campo para o NIF daria para todos os passageiros. Pagamento feito, remetida a factura para o respectivo e-mail. Mas não. Complica-se. Vou ver quanto tempo levam a enviar-me a factura. Que eu saiba qualquer compra de bens ou serviços é obrigatório a emissão de recibo. Porque é que a TAP não o faz? É preciso pedir? E já agora, fica um aviso. Se fizer a reserva on line não vale a pena dirigir-se a um balcão da TAP para pedir factura nenhuma pois recusam. Em troca traz um endereço electrónico reservas.online@tap.pt .
A minha irritação é tanta que apetece...pois, apetece...mas nas ilhas os comboios não passam. E este país não tem conserto nem concerto.
E comecemos pelas informações pagas da PT, que está a precisar de um concorrente neste serviço. Nunca acertam.
Ouvida a gravação do costume, digo o nome do contacto telefónico que pretendo.
Neste caso, "Tele check-in" da SATA.
Resposta: "Pediu a Associação dos Técnicos Oficiais de Contas?".
Como? Estão parvos. Apetece desligar de imediato mas eu já paguei a porcaria desta chamada. Eis senão quando, uma voz ao vivo, dá-me a grande notícia. "Não há registo de Tele Check-in SATA". Desculpe? Primeiro, o sistema não percebeu o que eu disse e agora você vem logo com essa. A SATA não tem contactos? "Não".
Enquanto falo para o boneco, pesquiso na internet e encontro o nr. 707 227 282 e achei por bem informar a PT. Ou seja, prestei um serviço público. Adiante.
Ligo, então, para a SATA às 22H10. E ouço nova gravação.
"Poderá efectuar o seu check-in por telefone a partir das 24 horas que antecedem o voo até 1 hora antes da partida. Este serviço está disponível das 07h00 às 21h00 (Açores) e das 08h00 às 22h00 (Continente e Madeira).". Não acertei por 10 minutos.
Fiz o meu raciocínio. Se vou viajar num voo SATA em code-share com a TAP portanto, e se os serviços da SATA não funcionam a partir das 22 H, será com certeza a Companhia de Bandeira a fazê-lo.
Ligo para o 21.8431144 (Tele check-in TAP) e explico a situação. Dou o código de reserva....e sou logo interrompida.
"É um voo SATA. A TAP não pode fazer o tele check-in", diz-me uma voz masculina.
"Não pode? Eu própria marquei esta viagem na página on line de reservas da TAP?" pergunto completamente irritada.
Resposta ainda mais irritada.
"Minha senhora, a operadora é a SATA e não a TAP. Só pode fazer o tele check-in através da SATA. Se os serviços deles estão encerrados esse não é problema da TAP".
Pois não. É meu.
"Quer dizer que code-share TAP/SATA inclui tudo menos o tele check-in?, questiono
"Pode-se dizer que sim", responde.
Mas estas companhias são um lindo par de imbecis! Ainda bem que há companhias low cost.
Este marketingzinho de meia tigela da TAP e a falta de visão da SATA são dois exemplos de que em Portugal ninguém pensa.
BENDITAS LOW COST.
Mas falta ainda mais uma história.
Como residente tenho direito a 30 euros mesmo que pague 300 euros. Recebe a mesma esmolinha do Estado se pagar 61 euros. A isto chama-se justiça.
Mas há um coisa meus senhores. Eu tenho o direito de ter uma factura nas reservas on line logo após o pagamento, nem que seja 1 euro. Não deveria precisar de enviar um e-mail a pedir, por favor, enviei-me o papelinho. Bastava as inteligências colocarem na página das reservas um campo para os residentes e não residentes. Conforme a situação assinalava-se com um X. Um campo para o NIF daria para todos os passageiros. Pagamento feito, remetida a factura para o respectivo e-mail. Mas não. Complica-se. Vou ver quanto tempo levam a enviar-me a factura. Que eu saiba qualquer compra de bens ou serviços é obrigatório a emissão de recibo. Porque é que a TAP não o faz? É preciso pedir? E já agora, fica um aviso. Se fizer a reserva on line não vale a pena dirigir-se a um balcão da TAP para pedir factura nenhuma pois recusam. Em troca traz um endereço electrónico reservas.online@tap.pt .
A minha irritação é tanta que apetece...pois, apetece...mas nas ilhas os comboios não passam. E este país não tem conserto nem concerto.
Etiquetas: companhias low cost, SATA, TAP
2009-04-12
TAP ou TAP WATER

Eu não me queixo. Reclamo. São coisas diferentes. Acordei cedo. Tinha avião de regresso à ilha. Terminal 2. Companhia aérea: TAP. Voo Lisboa-Funchal. Partida: 09h25. Ok.
No "check in" percebi que iria voar num A330, voo misto. Ou seja, ligação Lisboa/Madeira/Caracas. Boa. Pode ser que seja "desviado". Mas o "desvio" foi outro. Ninguém me informou de nada. Passo o primeiro check point. Não "apitei". Queria tomar uma bica. Mas eis que olho para o cartão de embarque e leio "gate 20".
"Gate 20"? Mas isso é no terminal 1, dizia-me um agente da autoridade a quem recorri. A senhora está no sítio errado. Não, não estou. Acabei de fazer o ckeck in. Pois. Mas não é aqui. Desculpe, tem de ser.
De repente, vejo uma colaboradora da TAP (é assim que agora se diz) e faço-lhe a mesma pergunta. Resposta.
"Está aí escrito Gate 20 mas é 215".
E como é que eu adivinhava?
Uma esferográfica riscou 20 que passou a 215. Fácil. Os outros passageiros baralhados que andam por aí que se lixem. Olhem para o écran e sejam espertos porque nem sempre o que foi escrito corresponde à informação visual. E lá se vai a bica porque "agora tem de entrar ali na porta de embarque dos emigrantes".
Eu? Emigrante em Lisboa, nascida na Madeira. O que é que aconteceu nesta semana em que estive fora? Jardim pediu a independência ou deram-na? Adiante.
Entro no "gate 215". Encontro um casal amigo que acabara de chegar de Cabo Verde rumo a casa. Lá vamos nós. Não! Não vamos, sem antes nos enfiarem numa fila enorme. Passaportes ou BI consoante o destino Madeira ou terras de Chávez.
Chega a minha vez e uma senhora simpática que nem um ovo de Páscoa agarra o meu BI (que já tinha sido apresentado duas vezes) e antes de o devolver diz-me em tom autoritário: "Tire os óculos" (escuros). Tirei. Sou eu ou não sou. Acho que sim. "Já posso colocar os óculos?" perguntei. "Pode". E lá entrei para uma sala de espera que desespera. A estas horas já deveríamos estar dentro do avião. Uma senhora, colaboradora da TAP, falava pelo intercomunicador. Terminou. Desculpe, mas o voo está atrasado quanto tempo?
"Neste momento, não está atrasado".
Não?
"Não se pode considerar que esteja".
Sendo assim, diga-me, por favor, a que horas está prevista a aterragem no Funchal?
"Às 11H20".
Então está atrasado porque eu deveria chegar às 10h50. Mas já percebi que entre meia a uma hora não é atraso, não é tempo. Que delicadeza! O que me irrita solenemente é a arrogância. Depois de mais um compasso de espera "normal" entre uma carrinha e outra lá entrámos no A330. Arrancou. E já largámos Lisboa quando se inicia a distribuição da ração de combate. Por amor do que quiserem, mas tenham respeito pelos passageiros e retirem de vez aquela merenda.
Um pão duro, gelado, mal cozido para não dizer cru, com duas fatias de queijo e duas rodelas de fiambre ou coisa parecida e uma sobremesa de platano (leia-se banana) que até a criança do lado, apesar de ser de "morango", recusou engolir. O café? O café estava frio. Pedi à assistente de bordo que levasse para trás aquela porcaria, explicando-lhe que, uma semana antes, já tinha feito a reclamação por escrito. Não aceito, de forma nenhuma, esta situação. E para já queria, no mínimo, café quente. Pedi-lhe para que fizesse passar a mensagem a quem de direito. Aquilo não era serviço, nem para os sem-abrigo. Paguei mais por esta viagem de 1 hora e 20 minutos do que para ir a Paris ou Londres pela mesma companhia, onde tenho direito a pão aquecido. E dei-lhe uma sugestão. Não sirvam nada, não é preciso, no percurso Funchal/Lisboa/Funchal. É melhor. E não ofende. Não só poupam no "catering" como no pessoal de bordo - não é necessário tanta gente a acotovelar-se pelos corredores - o que significa menos custos que poderiam reduzir mais o preço das tarifas.
Gostava tanto de saber quanto custa à TAP colocar um avião na pista de Santa Catarina!
Estava eu, ainda, a falar para o lado, dizendo aos meus companheiros de viagem que a malta acabava com esta vergonha se todos recusassem comer aquela "esmolinha", bom pão para uma intifada, quando o avião se fez à pista. Finalmente. À saída separam-nos em duas carrinhas, os que vão para Caracas (e que daí a uma hora têm de voltar ao mesmo avião) e os que ficam na Madeira. Lógico.
É verdade, separaram-nos mas depois despejaram-nos na mesma porta. Ou seja, voltei à história do "check point" dos passaportes e dos BI.
Mas eu vim de Lisboa e estou a entrar na Madeira e sou portuguesa. Isto não faz sentido? Vou colocar os óculos escuros, agora, de propósito. E vou fazer barulho. Pergunta atrás de pergunta. Resposta.
"Este é um voo misto e somos obrigados a verificar os passaportes. A TAP não a informou?". Não. Não quero saber de mais nada.
Etiquetas: TAP, Transportes Aéreos


