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2013-11-22

 

Os exames aos professores

A minha inteligência não abarca tamanha inovação Cratiana!!! Exames nesta altura do campeonato?!

Mas não abarcando entendo que Nuno Crato precise de um alibi para forçar ainda mais a saída de uns quantos (muitos) e toca a corrê-los, via exames.

Mas interrogo-me agora e aqueles 10 000, segundo a comunicação social, que a União Europeia exige vínculo à função pública e aumento salarial; como ficam perante a atoarda do senhor ministro da (des)educação?

Mesmo com uma União Europeia a favor do governo e muito, com um presidente da Comissão chamado de Durão Barroso que está a favor de todas as trapalhadas contra o tribunal Constitucional e a puxar por este governo, apesar de tudo isto é tanta a infracção de princípios e normas que alguns puxões de orelha ao governo não podem deixar de chegar. Este governo tem decisões bárbaras de mais.

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2011-10-05

 

Alberto João Jardim - o malabarista

Li/ouvi na comunicação social que o Dr. Jardim está um acérrimo defensor dos professores.

O Dr. Jardim está contra a avaliação dos professores.

Como defensor da avaliação, até aqui, sinto-me em boa demarcação, Mas penso que há muita gente e partidos incomodados com esta postura de Jardim , embora depois de amanhã já possa ser outra a sua posição e daqui a uma semana voltar à primitiva.

As posições de Jardim são consoante a brisa.

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2011-09-27

 

Uma forte gripe atacou a classe dos professores

Segundo li ontem na comunicação social foram passados 70 000 atestados médicos a professores em 4 meses.

Entre Outubro de 2010 e Janeiro de 2011 foram 70031 0 número de atestados médicos, o equivalente a 514 mil dias de baixa.

Se este número estiver certo e não fui eu que o inventei, equivale a sete dias e meio de faltas por cada atestado.

É uma situação lamentável e de falta de ética profissional a toda a prova. A esta falta de ética há a somar a dos médicos, autores dos atestados. Houve uma médica de licença prolongada que passou 413 baixas. É obra.

Estes casos só reflectem o país que temos onde a impunidade é lei.

Os organismos sócio profissionais destas duas classes deviam, no mínimo, ter vergonha e manifestar um profundo repúdio por esta situação.

São muitos os professores abrangidos. Muitos mesmo, o suficiente para enxovalhar toda a classe que, assim se descredibiliza a si própria.

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