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2007-11-09

 

Quinta por uma Linha (1)

Em resposta ao apelo que Pedro Ferreira nos fez alguns postes atrás ( ver a Quinta Linha), e depois de ter, em vão, tentado inventar um critério qualquer que permitisse iludir-me quanto à estruturação do caos, fui-me ao policial da Ruth Rendell, A árvore das mãos, (Lisboa, Caminho, 1985) e copiei a 5ª linha da página 161:

»»O camião de mudanças, || cheio de mobília dos Goldschmidt, chegaria a Spring Close pouco || depois do almoço.««

Agora sinto-me melhor. Não quebrei a cadeia. Constato que, certamente por isso, a ordem das cousas pouco se alterou. A crendice mantém as suas vantagens.

Pelo meu lado, convido a associarem-se a este verdadeiro tratado de literatura global, Samuel, (do Cantigueiro), Margarida (nossa bem-vinda debatente), António Vilarigues (de O Castendo), Joana Ribeiro (a ver se é desta que se deixa enfeitiçar pela blogosfera), e Bárbara Gil (misteriosa personagem, que vai, de blogue em blogue, semeando singulares comentários).

Escrevam, nos vossos blogues, o que se lê na quinta linha da página 161 de um livro à vossa escolha. Os que não têm blogue próprio, podem enviar para aqui, que nós publicamos.

Por uma razão ou por outra, - que o mesmo é dizer: por isto e por aquilo, - aqui fica o desafio ao sentido de responsabilidade e ao humor sustentável.

Por favor não quebrem (ainda) a cadeia.

Comments:
Lá terá que ser...
 
Olá Manuel, será interessante um dia destes tentar fazer umas medições no grafo das vítimas desta moda.

Um critério do desvio de direita seria a distancia (medida no grafo claro está) ao Pedro Lomba, outra mediada interessante será a distancia ao Pacheco Pereira :)

abraços

Pedro
 
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