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2010-07-12

 

Mensagem enigmática


Porque não domino este assunto, mas recebi este email que merece sem dúvida comentários de quem percebe, aqui registo o seu conteúdo exactamente com essa finalidade.

João Abel de Freitas



De: clareza democratica [mailto:clareza.democratica@gmail.com]
Enviada: dom 11-07-2010 22:40
Assunto: Acabar com as meias verdades - General CEMGFA


Acreditamos que só a transparência garante a credibilidade das instituições e da democracia, o reforço da boa governação e da exigência ética nos assuntos do Estado.

Assim, lançamos aqui pistas de investigação objectivas, na tentativa de desmascarar o abuso do poder e a manipulação da informação na área da Defesa Nacional, ao serviço de uma agenda pessoal, sectária e realmente destrutiva da coesão das Forças Armadas, perpetrada pelo actual Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas e que consubstancia um exemplo acabado de má governação.

• Será normal o nosso general Valença Pinto tratar S.Exa o Ministro da Defesa Nacional de forma paternalista, usando expressões do tipo “tenho que lhe explicar tudo” e que ao agir de forma selectiva sobre a informação que deixa passar para cima estar permanentemente a manipular e a afunilar as opções Políticas? Investigue-se as instruções dadas à representação militar portuguesa na NATO sobre a forma exclusiva como a informação deve fluir para o CEMGFA sem envolver os Ramos militares… Qual é o receio ???

• Será normal discordar das orientações superiores da Direcção Geral de Política da Defesa Nacional e dizer que o responsável desta área não passa de um puto, só porque não é um general e vem do Ministério dos Negócios Estrangeiros? É este o paradigma de uma democracia consolidada?

• É verdade, ou não, que sendo informado pelo próprio Comandante Supremo para as Operações da Aliança (NATO) no Teatro do Afeganistão, Almirante J. Stavridis, por carta em 2009, que não era esse o desejo da Organização, insistiu em enviar uma Companhia de Comandos para o Afeganistão (custo 30 Milhões de Euros em seis meses), ocultando informação vital ao Ministro da Defesa Nacional?

• Que contra os superiores interesses e orientações da política nacional não dá a devida prioridade á cooperação técnico-militar com os PALOP, reduzidos a uns limitativos 6,4Mi€/ano?

• É verdade ou não, que aumentou a contribuição Portuguesa no Kosovo, quando a NATO/Europa estão a diminuir a sua participação nessa região, desperdiçando 18,5 Mi€/ano?

• É verdade, ou não, que colocou na missão da UNIFIL uma Companhia de Engenharia, cercada e inoperante, numa área dominada pelo Hezbolah, orçada em 8.5 M€/ano, que só contribui para a sua própria sustentação?

• É verdade, ou não, que a França e a Itália, autores da ideia das Euroforças num contexto da construção de uma alternativa de Defesa Europeia, querem acabar com a EUROFOR? E neste contexto, continua ainda o general CEMGFA a induzir o poder político e as Forças Armadas na prioridade em investir nesta organização? É verdade, ou não, que Portugal está a investir sozinho nessa miragem do “Battlegroup” EUROFOR? Porquê induzir então o governo na necessidade em garantir uma Força pronta de 2000 militares para este efeito? Esta opção, ainda que sem expressão efectiva de Força e Capacidade Militar, tem custado nos últimos 5 anos, ao erário público, 1.2 Mi€/ano. Assim sendo, será que o governo tem toda a informação? – Convinha investigar;

• É verdade, ou não, que retirou, sem qualquer alternativa para os Ramos, todo o investimento no aprontamento e capacidade de reacção rápida das Forças Nacionais, que passou 7 M€ em 2009 para 0 M€ em 2010?

A verdade liberta…

Comments:
Seria bom que o amordaçado escriba assinasse. Não assina! Deste modo este blogue está a lançar suspeitas sobre um militar competentíssimo, sobre assuntos meio disparatados, deixando antever alguma ignorância em termos de politica de Defesa. Para concluir, a responsabilidade da projecção de forças não é do Sr General, mas outrossim do Governo, assumindo aquele a missão de comandar as citadas forças.
 
Bem não sou entendido nas Forças Armadas...mas.
Terá sido justo em 1997 depois de 3anos de adiamento por consequência de estudos ter sido obrigado a cumprir o SMO. Mais tinha trabalho na área dos estudos um mês (30 dias) antes da apresentação, será que foi justo fazer parte de um largo grupo de jovens que gastou largos milhares de contribuições das pessoas que descontam???
Penso que continua tudo na mesma a culpa não era do 2º cmdt do CPMAI que ia mesmo ao domingo buscar o pão ao quartel mas sim de quem o habituou a isso.
assino como sempre.

JN
 
gostei da defesa de João Amador, pelo visto alguém que usa um pseudónimo para atacar um anónimo. BOA. GRANDE PORTUGAL DE VACAS SAGRADAS...TUDO GENTE COMPETENTE.

Presente!
CHICO
 
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