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2011-04-22

 

Passos Coelho anda desesperado

Quase nada lhe sai bem. Já não bastava a péssima escolha de Fernando Nobre para cabeça de lista de Lisboa e à Presidência da AR, decisão mal aceite dentro do seu partido, vem agora António Capucho dizer Jamais, Jamais vice de Nobre na AR, por não lhe reconhecer competência para tal desempenho.

Faltava um tiro maior ainda no pé. E eis que chega mesmo. Desastre, protestar contra a tolerância de ponto na quinta- feira santa. Passos Coelho é de memória curta, esqueceu-se de que é uma tradição esta tolerância e esqueceu-se também que o Prof. Cavaco Silva nos seus tempos de primeiro Ministro não deu tolerância no dia de Carnaval. Para além do Carnaval que foi ver muitas senhoras, suas votantes até aquele dia, no terreno do Paço a protestar simbolicamente, no gozo, a decisão de Cavaco Silva, muitos analistas associam esta "douta" decisão à sua queda do pedestal de PM.

Passos Coelho esquece-se de que nem tudo serve para atacar o Primeiro Ministro. Há tanta matéria, mas de facto tem azar, na escolha.

O gota a gota, como já lhe chama um seu camarada madeirense, deveria apresentar uma visão mais de Estado para a eventualidade de ser PM. Mas esta visão e postura não têm sido o seu forte. Deve andar mal aconselhado.

Não restam dúvidas, o caminho fácil não é atacar por atacar.

A pouco mais de um mês do acto eleitoral , para quem não tem nenhum passado de governante, deveria ser preocupação anunciar de forma séria como vai gerir um país cuja política económica e social não é definida por si, mas pelo FMI de que tanto gosta. Ao fim e ao cabo que programa credível vai apresentar nesta situação aos portugueses que os levem a votar.

Ou será que a política de atrair o FMI deve ser entendida como falta de competência do PSD para fazer um programa eleitoral?

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