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2012-05-11

 

A On-going e os espiões portugueses

A On-going faz lembrar, em termos políticos, o BPN. 

São muitos os deputados e dirigentes do PSD que transitaram do activo para esta empresa, pouco antes de rebentar o escândalo da "troca de favores" entre o SIED e esta empresa, "troca de favores" essa capitaneada pelo ex-director do SIED, Jorge Silva Carvalho que, à custa desse serviço prestado, garantiu emprego a preço chorudo e que além disso segundo diz a acusação continuou a servir-se dos seus contactos no SIED para mais e mais favores. Um serviço de segurança pública capturado por interesses privados e pessoais.

No meio disto o que não ficou bem esclarecido são os motivos da On-going. Com que fins utilizava as informações fornecidas pelos espiões?

Segundo afirmam os entendidos e estudiosos da matéria, como ainda ontem apreciei na Quadratura do Círculo,esta "privatização" de um serviço público para fins inconfessáveis é mesmo muito grave pois abala os alicerces da própria democracia. Segundo Pacheco Pereira os serviços de informação da República Portuguesa foram postos em causa, descredibilizados interna e externamente e independentemente dos efeitos penais, que se adivinham serem pouco penosos, é a situação política que foi posta em causa.

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