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2011-04-01

 

Frenesim em Belém

Apostilha em 3 de Abril: a conversa deste post tinha a pretensão de ser a mentira do 1º de Abril. Mas... ter-me-á fugido a boca para a verdade?
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Em Belém dá-se tudo por tudo. Estudam-se cenários. O PR mantém a iniciativa desde que ganhou as eleições. E com que ganas. O assessor que já recuperou da travessia do deserto a que teve de se sujeitar por causa da "bronca" das escutas dirige as operações mas está a encontrar dificuldades.
Belém mexe os cordelinhos e não é só dentro do PSD é também no PS. Urgente é convencer Sócrates mesmo com o Governo em gestão a  chamar o Fundo Europeu de Resgate com o FMI, agora que as agências de rathing (instrumentos dos maiores bancos norte-americanos e não só) puseram Portugal na notação "lixo". A entrada do FMI deverá ser feita pela mão de Sócrates por causa do terrível efeito penalizador no futuro. Teria o consentimento (mas distante) do PR para não o comprometer com o que aí virá. Invocar-se-ia calamidade ou mesmo "traição" nacional se Sócrates o não chamasse. Isso facilitaria a vida ao Governo saído das eleições que Belém tudo fará para que seja encabeçado pelo PSD, como aliás, as sondagens indicam.
Metade do plano está cumprido, Sócrates e o seu Governo já foram abaixo e a outra metade é juntar as forças que dentro dos dois partidos são a favor do bloco central. O busílis é neutralizar Sócrates e Passos Coelho que Belém não suporta. Então procura-se que Sócrates e Passos Coelho se imolem no altar do interesse nacional (ou de Belém?) e saiam de cena ou em alternativa fiquem como dirigentes máximos dos seus partidos mas com o acordo expresso de que ficariam fora do Governo, com a explicação de que nenhum quer ser subalterno do outro e o país corre perigo de se afundar.
De momento o assessor de Belém trabalha o cenário PSD a ganhar as eleições. Manuela Ferreira Leite seria a 1ª Ministra ( o que por ser mulher até concitaria simpatia) e Luís Amado seria vice - primeiro ministro e, eventualmente, conforme a situação após eleições, Paulo Portas a ministro dos Negócios Estrangeiros ( Defesa não por causa dos submarinos). Se tudo corresse pelo pior (para Belém) com PS à frente do PSD o plano B trocaria as posições de Leite e de Amado.
Ver aqui mas é necessário ler nas entrelinhas que a coisa não está assim tão explícita.

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Comments:
O cenário é obviamente o que descreves. Só discordo no PM. O do PR é outro.
Abraço
CP
 
Cenário audacioso e muito querido de Cavaco, mas com probabilidade muito baixa de alguma vez se realizar.
 
Manuela Ferreira Leite PM?
Acho que Cavaco não vai nessa, A senhora é muito tansa. Já provou ser muito "honestinha" mas pouco dotada para cargos desses.
 
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