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2019-09-06

 

Bolsonaro foi ao bispo Edir Macedo da IURD para melhorar as sondagens

Dois negociantes num momento de grande investimento empresarial à custa do... "povo miúdo", dos trabalhadores e da classe média brasileira, os pagadores. Dois negociantes: o multimilionário bispo Edir Macedo fundador e proprietário da IURD a Igreja Universal do Reino de Deus e Jair Bolsonaro um desqualificado e inverosímil presidente da grande nação brasileira.

Bolsonaro foi este mês ao Templo de Salomão, em S. Paulo, para ser ungido pelo bispo Edir Macedo. Bolsonaro revelou-se um verdadeiro crente - até chorou! – na esperança de que o voto dos cerca de 2 milhões de crentes desta religião no Brasil, melhore as suas sondagens em declínio. 



Edir Macedo começou por ser católico mas depois pensou que por ali não iria longe e então criou uma religião nova onde misturou muito da religião católica com alguma coisa judaica e, de oração em oração, de negócio em negócio, chegou a multimilionário, com património avaliado em cerca de mil milhões de euros. É proprietário nomeadamente de importantes meios de comunicação social, do 3ª mais importante canal de TV do Brasil, de rádios, de jornais dedicados inteiramente a sintonizar a cabeça dos simples com a IURD. 
Já a contas com a Justiça, chegou a estar preso por lavagem de dinheiro e outras “obras de Deus” e a sua IURD e ele directamente estiveram implicados no tráfico de crianças em Portugal depois entregues a prelados casados mas sem filhos, incluindo a sua família. O bispo Macedo é um grande apoiante de Bolsonaro que é um seguro para os seus negócios e que este aproveita para o negócio dele - atrair uns votos de IURD’s. Isto e muito mais ao vosso dispor na internet.

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2019-01-15

 

RODRIGO TAVARES : Manual de Instruções para Entender o Governo Bolsonaro

Artigo de Rodrigo Tavares* original aqui: link
14 DE JANEIRO DE 2019 - 13:19

O problema do novo governo brasileiro não é a ideologia de extrema-direita mas a falta de uma ideologia.

A embalagem diz que o governo de Jair Bolsonaro é de extrema-direita, antissistema, tecnocrata e formado pelos mais resilientes à corrupção. Porém, as primeiras semanas de administração destapam um cenário diferente, que vai ficando cada vez mais ostensivo à medida que o tempo passa.
Sem experiência executiva e, por isso, sem acesso a uma equipe de trabalho lubrificada e preestabelecida, Bolsonaro não conseguiu compor um governo conexo.
Na verdade existem pelo menos três governos dentro do governo Federal, com vasos comunicantes coagulados entre eles.
O primeiro é o dogmático. É a concessão de Bolsonaro às suas inquietações néscias e às igrejas evangélicas dos subúrbios das grandes cidades. É o regresso ao julgamento de Galileu pela Inquisição. Sem eloquência nem 
ciência,  defende-se o fim do "globalismo" e do "marxismo cultural" (Ministro das Relações Exteriores), creem ter tido visões de Jesus Cristo em cima de uma goiabeira (Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos) ou acreditam que "Deus está de volta ao Brasil" (Ministro da Educação). É o grupo dos despreparados e dos que gerarão a matéria-prima para o escárnio internacional.
Mas serão úteis também. Servirão para desviar as atenções das medidas impopulares aplicadas por outros grupos, darão conforto emocional aos brasileiros que verdadeiramente acreditam que o criacionismo deve ser ensinado nas escolas e o socialismo abolido dos livros, e ajudarão a cultivar bodes expiatórios. Se alguma coisa der errado, a culpa será dos opositores do regime: os defensores dos direitos humanos, a esquerda que "propaga que um feto humano é um amontoado de células descartável," ou os intelectuais e artistas "que vivem à custa de subsídios públicos."
É um grupo que idolatra Bolsonaro.
O segundo é o jurídico-militar-policial. É quem gosta de dar um murro na mesa e pôr ordem na casa. São os tratores que passam por cima do cereal para cortar caminho. Se for necessário dar ordens ao presidente, darão. Dos 22 ministros, sete são militares. É o grupo responsável pela coordenação estratégica, infraestrutura, segurança e defesa nacional, ciência, e minas e energia. Controlam os temas ligados à soberania nacional. Têm destaque o Vice-Presidente Hamilton Mourão, o Ministro da Justiça Sérgio Moro, o chefe da Secretaria de Governo (ministério que faz a ponte com o Congresso) Carlos Alberto dos Santos Cruz e o chefe do Gabinete de Segurança Institucional (responsável pelos serviços de inteligência), Augusto Heleno. Participam no governo com régua e esquadro. Encaram-no como uma missão de paz no Congo ou no Haiti.
É um grupo que mantém uma relação meramente institucional com Bolsonaro.
O terceiro grupo é o económico. Aqui o interesse é monetário. Liderado pelo Ministro da Economia Paulo Guedes, é composto por pessoas de ideias liberais que fazem uma incursão rápida pelo governo para vitaminar as suas carreiras e garantir o enxugamento da máquina do estado. Conhecem-se todos há muito tempo, partilharam universidades no estrangeiro, palestras em São Paulo e dividendos anuais em fundos de investimento. É por causa deste grupo que a elite brasileira votou em Bolsonaro. Marcarão o governo pelo pragmatismo. Tanto farão alianças com a China quanto com os EUA, cortarão dinheiro para a segurança social, apoios culturais e programas sociais até que o Excel fique no azul. Direitos trabalhistas, interesses indígenas e vontades da população negra não fazem parte do algoritmo. Mudança da Embaixada para Jerusalém? É um cataclismo irrelevante, desde que não afete as contas públicas.

O Ministro do Meio Ambiente, que em entrevista exclusiva à TSF , deixou claro que a sua prioridade é garantir a eficiência da máquina pública, diminuir o assistencialismo do estado às ONGs ambientalistas e cimentar uma aliança entre a sustentabilidade e o desenvolvimento económico, também faz parte deste grupo.
Quando a faca bater no osso, os integrantes deverão começar a sair do governo e a reocupar cargos no mercado financeiro. É um grupo que abomina os seus colegas dogmáticos, inquieta-se com o peso que o grupo militar possa vir a ter e que não nutre um particular respeito por Bolsonaro. Se conseguirem concluir o trabalho no primeiro mandato, vão torcer para que o presidente não se recandidate. Preferirão apoiar um republicano em sentido americano e alguém menos constrangedor. Um Sebastián Piñera brasileiro.
É por isso que o governo Bolsonaro, contrariamente ao que indica o anúncio, está longe de ser um governo ideologicamente homogéneo e mais longe ainda de ser um governo de extrema-direita. A maioria dos seus membros é simplesmente uma massa utilitarista e pragmática - seguem o poder. Também está longe de ser um governo antissistema. A maioria passou por governos anteriores, pelo Congresso Nacional ou por Assembleias Estaduais e quase todos são filiados a partidos políticos. O novo presidente do banco estatal de desenvolvimento BNDES, a joia da coroa da economia brasileira, foi ministro das Finanças da petista Dilma Rousseff.
Também não é um governo tecnocrata, que conseguiu atrair as melhores cabeças. 

Com meia dúzia de exceções, a qualidade técnica das pessoas é baixa. O Ministério da Educação, por exemplo, foi ocupado por educadores que se destacaram nas redes sociais e em blogues pelas suas teses radicais e autodidatas. O novo responsável pelo ENEM, a prova que dá acesso ao ensino superior, já defendeu publicamente que os professores no Brasil "pregam o aborto, incesto e pedofilia."
Finalmente, está muito longe de ser um governo dos puros. Alguns ministros e pessoas próximas a Bolsonaro, incluindo a própria família, ocuparam as manchetes dos jornais nas últimas semanas com suspeitas de corrupção e casos de improbidade administrativa e de fraude. E em nenhuma destas situações Bolsonaro tomou uma posição de força, de líder, ao afastá-las enquanto estivessem a ser investigadas.
E Agora?
Nos primeiros meses o Governo deverá anunciar medidas significativas, algumas delas durante o Fórum Económico Mundial, em Davos, na Suíça, ligadas à reforma da segurança social e do sistema tributário, à manutenção (ou não) do subsídio ao óleo diesel para os camionistas ou à privatização de empresas e infraestruturas públicas. Gerarão alguma empolgação.
Mas estes anúncios não deverão conseguir mascarar os riscos inerentes a este governo.
A comunicação entre os três grupos é gaguejante, como se viu logo na primeira semana quando Bolsonaro anunciou um conjunto de novas medidas económicos e foi humilhado por um secretário de estado que, a pedido do Ministro da Economia, desmentiu-as todas em público no mesmo dia. É como António Costa apresentar, de manhã, o novo aeroporto do Montijo e o Secretário de Estado das Infraestruturas dizer, à tarde, que afinal vai ser na Ota.
Por isso, os maiores riscos deste governo não advêm do tamanho de criança do vocabulário de Bolsonaro nem da sua feição intolerante. O presidente é apenas um ser "ignorante, abanando com a cabeça que sim" (como Eça de Queiroz descreveu a Assembleia da República). Alguém que preza o escapismo e a desconversa para disfarçar as suas ignorâncias. A maior ameaça é a possibilidade do governo começar a esfarelar-se por dentro - conflitos internos, duplicação de funções, falta de comunicação, adoção de medidas inoperantes, casos de corrupção.
Se a sua 8.ª maior economia tornar-se ingovernável, o mundo será afetado. E Portugal necessariamente também.
* Rodrigo Tavares é fundador e presidente do Granito Group. A sua trajetória académica inclui as universidades de Harvard, Columbia, Gotemburgo e California-Berkeley. Foi nomeado Young Global Leader pelo Fórum Económico Mundial.

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2019-01-03

 

Bolsonaro quer despedir funcionários com "ideias socialistas e comunistas"


Com Bolsonaro o Fascismo Anuncia-se SEM DISFARCE, Impante e brutal  O texto que se segue foi obtido em 2019-01-03 TSF online   aqui

Intenções do governo liderado por Bolsonaro foram dadas a conhecer por Onyx Lorenzoni, ministro da Casa Civil.

Lorenzoni explicou que esta questão foi abordada na reunião que Bolsonaro teve esta quinta-feira com seu Conselho de Governo, que inclui os titulares dos 22 ministérios, e que será aplicado em todos os setores da administração pública.
Lorenzoni destacou ainda que os "critérios" para decidir sobre a situação dos funcionários também serão "técnicos" e que ainda irão definir se os cargos dos funcionários demitidos serão preenchidos novamente ou se serão extintos.
Na reunião, Bolsonaro e os seus ministros decidiram que cada área do Governo brasileiro vai fazer um inventário de imóveis para realizar uma futura venda dos que não são necessários.
"A primeira informação diz que o Estado tem cerca de 700 mil propriedades em todo o país, o que causa imensos custos de manutenção", afirmou Lorenzoni.
O ministro da Casa Civil acrescentou que o novo Governo identificou que há ministérios que, apesar de terem os seus próprios imóveis, ainda "alugam outros espaços", o que "não faz sentido", aumentando desta forma o gasto público "que o Presidente Bolsonaro está determinado a reduzir". 
Lorenzoni insistiu que todas essas decisões serão tomadas com critérios "absolutamente técnicos", como Bolsonaro defendeu durante a campanha eleitoral.
"Como diz o capitão [Bolsonaro], estamos aqui para servir a sociedade e não as ideologias", concluiu o ministro da Casa Civil.

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2018-11-20

 

Bolsonaro, o submisso - perante Trump


Artigo de Gleisi Hoffmann, senadora e presidente nacional do Partido dos Trabalhadores no jornal digital brasileiro BRASIL 247 em 19 de Novembro de 2018  
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O governo de Jair Bolsonaro ainda nem começou e o povo brasileiro já está sentindo os efeitos de sua total subserviência aos Estados Unidos. Foi de lá, do Conselho de Segurança Nacional, presidido pelo ultrarreacionário John Bolton, que partiu o único elogio oficial ao rompimento do acordo para a participação de médicos cubanos no programa Mais Médicos. 

Bolsonaro praticamente expulsou os 8.500 médicos cubanos, que atendem quase 30 milhões de brasileiros em localidades mais pobres e remotas, fazendo exigências descabidas e ofendendo esses colaboradores voluntários, que vão aonde os médicos brasileiros não estão presentes. São quase 3 mil municípios prejudicados pela arrogância, pela ignorância e pelo preconceito ideológico. 

A crise do Mais Médicos é o primeiro sintoma do que pode acontecer ao Brasil em um governo totalmente submisso ao Departamento de Estado dos EUA. Por trás de sua retórica falsamente nacionalista está um “entreguismo” nunca visto na história do Brasil. Esse agachamento do país se revela nas escolhas que ele faz para postos estratégicos do futuro governo. O futuro chanceler Ernesto Araújo é um adorador de Donald Trump, sem nenhum preparo para conduzir nossa política externa. Foi uma escolha que contraria a rica tradição diplomática do Itamaraty. A exemplo de seu chefe, Araújo não desceu do palanque. Ao invés de cuidar do país, faz ataques levianos ao PT nas redes sociais, ofendendo diplomatas de estatura mundial, como o ex-chanceler Celso Amorim. Só um irresponsável diria que vai investigar “possíveis falcatruas” que ele sabe que não existem. 

Mas não é só no Itamaraty que as escolhas de Bolsonaro colocam o Brasil em posição humilhante. O futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro, operou a Lava Jato com procuradores aliciados pelo Departamento de Justiça dos EUA, com claros interesses sobre o mercado e a economia do Brasil. 

O futuro presidente da Petrobrás, Roberto Castello Branco, defende a privatização da estatal, o que só interessa aos estrangeiros. Sem falar do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, que pensa até em vender o Banco do Brasil ao Bank of America. Faz jus aos Chicago Boys. 

Nos governos do PT, construímos uma política externa ativa e altiva, que levou o Brasil a ser respeitado mundialmente. Multiplicámos por quatro o comércio exterior, ampliando as transações com a América Latina, com os BRICS, com o Oriente Médio e a África, sem reduzir o volume de comércio com a Europa e os EUA. E isso foi possível porque não falávamos grosso com a Bolívia nem falávamos fino com os Estados Unidos. Como diz o presidente Lula, ninguém respeita quem não se dá ao respeito. 

Diferentemente de Bolsonaro, que nos acusa de ter ideologizado a política externa, nenhum presidente ou chanceler do PT beijou a bandeira dos Estados Unidos como fez o candidato eleito. Nossa bandeira é a do Brasil, de um Brasil de todos e para todos, que defende a democracia, a convivência pacífica entre os povos, a integração latino-americana, a cooperação com a África e o diálogo multilateral entre os países. E é, principalmente, a bandeira de um Brasil soberano, trabalhando pelo nosso povo e pela paz mundial.

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2018-11-14

 

CUBA ABANDONA O PROGRAMA MAIS MÉDICOS, EM PROTESTO CONTRA BOLSONARO

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2018-11-05

 

Empresas pagam campanhas de "fake news" na eleição do PR do Brasil

Segundo a FOLHA de S. Paulo as empresas que foram contratadas para espalhar fake news na campanha eleitoral para PR no Brasil, por milhões de utilizadores das redes sociais e em especial de WatsApp são a Kickmobile Yacows  Croc Services e SMS Market. Toda a informação aqui no link para a Gazetaonline  


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2018-11-02

 

Assine a Petição da AVAAZ - pela LIBERDADE e pela DEMOCRACIA


Um fascista que quer destruir a Amazônia é agora o presidente do Brasil - graças às empresas que gastaram ilegalmente milhões para inundar o WhatsApp com fake news que o beneficiavam. Podemos garantir que isso nunca mais aconteça, nos unindo para exigir que Zuckerberg faça uma faxina nas suas redes sociais antes que políticos desse tipo causem mais danos:
É necessário que   O WhatsApp,   aplicativo de mensagens do Facebook, deixe de ser um perigoso veículo de fake newsao serviço de interesses inconfessáveis, usado impunemente para desinformar. Assinei a petição

Mensagem de Ricken Patel - Avaaz  que recebi hoje. assinam: "Com esperança, Ricken, Christoph, Fadi, Emma, Alice, Rosa, e todo o time da Avaaz."


assine agora

Um fascista que quer destruir a Amazônia é agora o presidente do Brasil - graças às empresas que gastaram ilegalmente milhões para inundar o WhatsApp com fake news que o beneficiavam. Podemos garantir que isso nunca mais aconteça, nos unindo para exigir que Zuckerberg faça uma faxina nas suas redes sociais antes que políticos desse tipo causem mais danos:
Queridos amigos e amigas,

É aterrorizante: o recém-eleito presidente do Brasil quer destruir a Amazônia, ameaçou matar 30 mil "esquerdistas" e elogiou ditaduras. E, a pouco tempo atrás, quase ninguém queria votar nele. Como isso pôde acontecer?!

O WhatsApp, aplicativo de mensagens do Facebook.

O dono dessa ferramenta, Mark Zuckerberg, não fez nada enquanto empresas ricas gastavam ilegalmente milhões para inundar a plataforma de mensagens com fake news e discurso de ódio -- até que o país confiasse mais em um fascista obscuro do que em qualquer outra pessoa.

Zuckerberg poderia ter impedido tudo isso no ínício e informado os usuários. Mas não o fez. Agora, precisamos usar esse momento para expor o Facebook e fazer com que eles assumam a responsabilidade pelas fake news e pela propagação do ódio nas suas plataformas. Precisamos acabar com isso antes que mais políticos como o futuro presidente do Brasil tomem controle das nossas democracias:

Clique para exigir uma limpeza em nossas redes sociais

O WhatsApp é um paraíso para as fake news: é totalmente criptografado e ninguém sabe o que acontece ali. No Brasil, somente depois que milhões de notícias com conteúdo falso se espalharam que os jornalistas começaram a perceber! Mas há uma saída: convencer o WhatsApp a introduzir filtros de fake news que possam ser ativados pelos usuários, alertando-os sobre potenciais fontes de desinformação.

Para que isso funcione, a plataforma vai precisar permitir que os usuários tornem a criptografia opcional, uma solução que poderia proteger tanto as nossas democracias quanto a nossa privacidade.

A quantidade de notícias falsas atualmente se espalhando em todas as nossas redes sociais está criando uma crise global. No Facebook, ainda há milhões de contas falsas. Já o Youtube tem 2 bilhões de usuários que passam quase 1h do dia assistindo vídeos -- mas pesquisadores dizem que o algorítimo do site leva as pessoas a assistir conteúdo extremista, racista e malicioso.

Por isso nosso movimento está contra-atacando e exigindo que as plataformas de redes sociais, começando pelo WhatsApp, se posicionem em defesa dos cidadãos, das democracias e das informações verdadeiras.

Clique abaixo para assinar -- antes que mais fascistas usem as redes sociais para nos colocar uns contra os outros.

Clique para exigir uma limpeza em nossas redes sociais
A Avaaz está lutando contra as notícias falsas e a desinformação em todo o mundo. No Brasil, nosso grupo de combate às fake news expôs uma das maiores redes de desinformação do país e conseguiu derrubá-la. Mas foi muito pouco, e muito tarde. Os algoritmos das redes sociais têm grande poder sobre nossas sociedades, e eles estão nos envenenando à força nesse mesmo instante. Em nome de tudo que amamos, precisamos limpá-los antes que seja tarde demais.

Com esperança,

Ricken, Christoph, Fadi, Emma, Alice, Rosa, e todo o time da Avaaz.

MAIS INFORMAÇÕES:

Maior rede Pró-Bolsonaro do Facebook é excluída após denúncia do Estado (Estadão)
https://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,maior-rede-pro-bolsonaro-do-facebook-e-excluida-apos-denuncia-do-estado,70002558430

Empresários bancam campanha contra o PT pelo WhatsApp (Folha de São Paulo)
https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/10/empresarios-bancam-campanha-contra-o-pt-pelo-whatsapp.shtml

PF vai apurar registros de envio por WhatsApp apagados por campanha do PSL (UOL)
https://noticias.uol.com.br/politica/eleicoes/2018/noticias/2018/10/29/pf-registros-apagados-envio-whatsapp.htm

O governo de Bolsonaro tem tudo para ser uma catástrofe para o meio ambiente (Vice)
https://www.vice.com/pt_br/article/wj938w/o-governo-de-bolsonaro-seria-uma-catastrofe-para-o-meio-ambiente

Os três tipos de usuários do WhatsApp que irão eleger Jair Bolsonaro no Brasil (The Guardian - Em inglês)
https://www.theguardian.com/world/2018/oct/25/brazil-president-jair-bolsonaro-whatsapp-fake-news

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2018-10-02

 

JAIR BOLSONARO entrevistado e denunciado por Stephen Fry

Stephen Fry, jornalista, apresentador de TV, cineasta e comediante britânico, fala sobre Bolsonaro tendo presente a entrevista quem em 2013 lhe fez e vai aqui mais abaixo.  Sobre Stephen Fry está disponível a sua apresentação na Wikipédia.



A entrevista a Jair Bolsonaro e Angélica Ivo foi feita em 2013. Angélica, brasileira, é a mãe dum jovem adolescente, raptado na rua, torturado e assassinado por um grupo de bandidos apostados em assassinar gays. Consideraram que pelo aspecto o rapaz poderia ser gay e teve o triste destino que também destruiu a vida de sua mãe.
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