2019-09-06
Bolsonaro foi ao bispo Edir Macedo da IURD para melhorar as sondagens
Edir Macedo começou por ser católico mas depois pensou que por ali não iria longe e então criou uma religião nova onde misturou muito da religião católica com alguma coisa judaica e, de oração em oração, de negócio em negócio, chegou a multimilionário, com património avaliado em cerca de mil milhões de euros. É proprietário nomeadamente de importantes meios de comunicação social, do 3ª mais importante canal de TV do Brasil, de rádios, de jornais dedicados inteiramente a sintonizar a cabeça dos simples com a IURD.
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2019-01-15
RODRIGO TAVARES : Manual de Instruções para Entender o Governo Bolsonaro
O Ministro do Meio Ambiente, que em entrevista exclusiva à TSF , deixou claro que a sua prioridade é garantir a eficiência da máquina pública, diminuir o assistencialismo do estado às ONGs ambientalistas e cimentar uma aliança entre a sustentabilidade e o desenvolvimento económico, também faz parte deste grupo.
Com meia dúzia de exceções, a qualidade técnica das pessoas é baixa. O Ministério da Educação, por exemplo, foi ocupado por educadores que se destacaram nas redes sociais e em blogues pelas suas teses radicais e autodidatas. O novo responsável pelo ENEM, a prova que dá acesso ao ensino superior, já defendeu publicamente que os professores no Brasil "pregam o aborto, incesto e pedofilia."
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2019-01-03
Bolsonaro quer despedir funcionários com "ideias socialistas e comunistas"
A decisão foi tomada esta quinta-feira, em Brasília, na primeira reunião de Jair Bolsonaro, empossado como Presidente da República na terça-feira, com os seus 22 ministros.
O ministro brasileiro anunciou a demissão de 300 funcionários com contratos temporários de trabalho no executivo, alegando que "não faz sentido ter um Governo como o que temos agora, formado por pessoas que defendem outras ideias ou outra forma de organização da sociedade". Citado pela Veja , Lorenzoni disse aos jornalistas que estas demissões são parte do esforço do novo governo para "acabar" com "ideias socialistas e ideias comunistas", que nas suas palavras levaram o país "ao atual caos".
Lorenzoni destacou ainda que os "critérios" para decidir sobre a situação dos funcionários também serão "técnicos" e que ainda irão definir se os cargos dos funcionários demitidos serão preenchidos novamente ou se serão extintos.
Na reunião, Bolsonaro e os seus ministros decidiram que cada área do Governo brasileiro vai fazer um inventário de imóveis para realizar uma futura venda dos que não são necessários.
"A primeira informação diz que o Estado tem cerca de 700 mil propriedades em todo o país, o que causa imensos custos de manutenção", afirmou Lorenzoni.
Lorenzoni insistiu que todas essas decisões serão tomadas com critérios "absolutamente técnicos", como Bolsonaro defendeu durante a campanha eleitoral.
"Como diz o capitão [Bolsonaro], estamos aqui para servir a sociedade e não as ideologias", concluiu o ministro da Casa Civil.
Etiquetas: Bolsonaro, Brasil, Fascismo
2018-11-20
Bolsonaro, o submisso - perante Trump
Artigo
de Gleisi Hoffmann, senadora e presidente nacional do Partido dos Trabalhadores
no jornal digital brasileiro BRASIL 247 em 19 de Novembro de 2018
A crise do Mais
Médicos é o primeiro sintoma do que pode acontecer ao Brasil em um governo
totalmente submisso ao Departamento de Estado dos EUA. Por trás de sua retórica
falsamente nacionalista está um “entreguismo” nunca visto na história do
Brasil. Esse agachamento do país se revela nas escolhas que ele faz para postos
estratégicos do futuro governo. O futuro chanceler Ernesto Araújo é um adorador
de Donald Trump, sem nenhum preparo para conduzir nossa política externa. Foi
uma escolha que contraria a rica tradição diplomática do Itamaraty. A exemplo
de seu chefe, Araújo não desceu do palanque. Ao invés de cuidar do país, faz
ataques levianos ao PT nas redes sociais, ofendendo diplomatas de estatura
mundial, como o ex-chanceler Celso Amorim. Só um irresponsável diria que vai
investigar “possíveis falcatruas” que ele sabe que não existem. Etiquetas: Bolsonaro, Brasil, Mais Médicos
2018-11-14
CUBA ABANDONA O PROGRAMA MAIS MÉDICOS, EM PROTESTO CONTRA BOLSONARO
Artigo de "Brasil 247"
"Em protesto contra o presidente eleito
no Brasil, Jair Bolsonaro, Cuba decidiu abandonar o programa Mais Médicos;
segundo o Ministério da Saúde cubano, Bolsonaro, "com referências diretas,
depreciativas e ameaçadoras à presença de nossos médicos, declarou e reiterou
que modificará os termos e condições do Programa Mais Médicos, com desrespeito
à Organização Pan-Americana da Saúde"; nos cinco anos do programa, os 20
mil médicos cubanos atenderam mais de 113 milhões de pacientes; "mais
de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", diz o
documento do governo cubano; leia a íntegra do documento
NESTES CINCO
ANOS DE TRABALHO, CERCA DE 20 MIL FUNCIONÁRIOS CUBANOS ATENDERAM MAIS DE
113 MILHÕES DE PACIENTES, EM MAIS DE 3.600 MUNICÍPIOS, CHEGANDO A COBRIR, COM
ELES, UM UNIVERSO DE ATÉ 60 MILHÕES DE BRASILEIROS, NA ÉPOCA EM QUE CONSTITUÍAM
88% DE TODOS OS MÉDICOS PARTICIPANTES DO PROGRAMA. MAIS DE 700 MUNICÍPIOS
TIVERAM UM MÉDICO PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA", DIZ O DOCUMENTO.
O futuro chefe do Executivo federal já
havia dito que iria expulsar os médicos cubanos do Brasil alegando que iria
instrumentalizar o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos
por Instituições de Educação Superior Estrangeira, conhecido como Revalida.
O documento na íntegra:
O Ministério da Saúde Pública da
República de Cuba, comprometido com os princípios solidários e humanistas que
durante 55 anos têm guiado a cooperação médica cubana, participa desde seus
começos, em agosto de 2013, no Programa Mais Médicos para o Brasil. A
iniciativa de Dilma Rousseff, nessa altura presidente da República Federativa
do Brasil, tinha o nobre propósito de garantir a atenção médica à maior
quantidade da população brasileira, em correspondência com o princípio de
cobertura sanitária universal promovido pela Organização Mundial da Saúde.
Este programa previu a presença de
médicos brasileiros e estrangeiros para trabalhar em zonas pobres e longínquas
desse país.
A participação cubana nele é levada a
cabo por intermédio da Organização Pan-americana da Saúde e se tem
caracterizado por ocupar vagas não cobertas por médicos brasileiros nem de
outras nacionalidades.
Nestes cinco anos de trabalho, perto de
20 mil colaboradores cubanos ofereceram atenção médica a 113.359.000 pacientes,
em mais de 3.600 municípios, conseguindo atender eles um universo de até 60
milhões de brasileiros na altura em que constituíam 88 % de todos os médicos
participantes no programa. Mais de 700 municípios tiveram um médico pela
primeira vez na história.
O trabalho dos médicos cubanos em
lugares de pobreza extrema, em favelas do Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador
de Baía, nos 34 Distritos Especiais Indígenas, sobretudo na Amazônia, foi
amplamente reconhecida pelos governos federal, estaduais e municipais desse
país e por sua população, que lhe outorgou 95% de aceitação, segundo o estudo
encarregado pelo Ministério da Saúde do Brasil à Universidade Federal de Minas
Gerais.
Em 27 de setembro de 2016 o Ministério
da Saúde Pública, em declaração oficial, informou próximo da data de vencimento
do convênio e em meio dos acontecimentos relacionados com o golpe de estado
legislativo-judicial contra a Presidenta Dilma Rousseff que Cuba “continuará
participando no acordo com a Organização Pan-americana da Saúde para a
implementação do Programa Mais Médicos, enquanto sejam mantidas as garantias
oferecidas pelas autoridades locais”, o que até o momento foi respeitado.
O presidente eleito do Brasil, Jair
Bolsonaro, fazendo referências diretas, depreciativas e ameaçadoras à presença
de nossos médicos, declarou e reiterou que modificará termos e condições do
Programa Mais Médicos, com desrespeito à Organização Pan-americana da Saúde e
ao conveniado por ela com Cuba, ao pôr em dúvida a preparação de nossos médicos
e condicionar sua permanência no programa a revalidação do título e como única
via a contratação individual.
As mudanças anunciadas impõem condições
inaceitáveis que não cumprem com as garantias acordadas desde o início do
Programa, as quais foram ratificadas no ano 2016 com a renegociação do Termo de
Cooperação entre a Organização Pan-americana da Saúde e o Ministério da Saúde
da República de Cuba. Estas condições inadmissíveis fazem com que seja
impossível manter a presença de profissionais cubanos no Programa. Por
conseguinte, perante esta lamentável realidade, o Ministério da Saúde Pública
de Cuba decidiu interromper sua participação no Programa Mais Médicos e foi
assim que informou a Diretora da Organização Pan-americana da Saúde e os
líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa.
Não aceitamos que se ponham em dúvida a
dignidade, o profissionalismo, e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com
o apoio de seus familiares, prestam serviço atualmente em 67 países. Em 55 anos
já foram cumpridas 600 mil missões internacionalistas em 164 nações, nas quais
participaram mais de 400 mil trabalhadores da saúde, que em não poucos casos
cumpriram esta honrosa missão mais de uma vez. Destacam as façanhas de luta
contra o ébola na África, a cegueira na América Latina e o Caribe, a cólera no
Haiti e a participação de 26 brigadas do Contingente Internacional de Médicos
Especializados em Desastres e Grandes Epidemias “Henry Reeve” no Paquistão,
Indonésia, México, Equador, Peru, Chile e Venezuela, entre outros países.
Na grande maioria das missões cumpridas,
as despesas foram assumidas pelo governo cubano. Igualmente, em Cuba
formaram-se de maneira gratuita 35 mil 613 profissionais da saúde de 138
países, como expressão de nossa vocação solidária e internacionalista.
Em todo momento aos colaborados foi-lhes
conservado seu postos de trabalho e o 100 por cento de seu ordenado em Cuba,
com todas as garantias de trabalho e sociais, mesmo como os restantes
trabalhadores do Sistema Nacional da Saúde.
A experiência do Programa Mais Médicos
para o Brasil e a participação cubana no mesmo, demonstra que sim pode ser
estruturado um programa de cooperação Sul-Sul sob o auspício da Organização
Pan-americana da Saúde, para impulsionar suas metas em nossa região. O Programa
das Nações Unidas para o Desenvolvimento e a Organização Mundial da Saúde
qualificam-no como o principal exemplo de boas práticas em cooperação
triangular e a implementação da Agenda 2030 com seus Objetivos de
Desenvolvimento Sustentável.
Os povos da Nossa América e os restantes
do mundo bem sabem que sempre poderão contar com a vocação humanista e
solidária de nossos profissionais.
O povo brasileiro, que fez com que o
Programa Mais Médicos fosse uma conquista social, que desde o primeiro momento
confiou nos médicos cubanos, aprecia suas virtudes e agradece o respeito, a
sensibilidade e o profissionalismo com que foram atendidos, poderá compreender
sobre quem cai a responsabilidade de que nossos médicos não possam continuar
oferecendo sua ajuda solidária nesse país.
Havana, 14 de Novembro de 2018.
"Em protesto contra o presidente eleito no Brasil, Jair Bolsonaro, Cuba decidiu abandonar o programa Mais Médicos; segundo o Ministério da Saúde cubano, Bolsonaro, "com referências diretas, depreciativas e ameaçadoras à presença de nossos médicos, declarou e reiterou que modificará os termos e condições do Programa Mais Médicos, com desrespeito à Organização Pan-Americana da Saúde"; nos cinco anos do programa, os 20 mil médicos cubanos atenderam mais de 113 milhões de pacientes; "mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", diz o documento do governo cubano; leia a íntegra do documento
NESTES CINCO ANOS DE TRABALHO, CERCA DE 20 MIL FUNCIONÁRIOS CUBANOS ATENDERAM MAIS DE 113 MILHÕES DE PACIENTES, EM MAIS DE 3.600 MUNICÍPIOS, CHEGANDO A COBRIR, COM ELES, UM UNIVERSO DE ATÉ 60 MILHÕES DE BRASILEIROS, NA ÉPOCA EM QUE CONSTITUÍAM 88% DE TODOS OS MÉDICOS PARTICIPANTES DO PROGRAMA. MAIS DE 700 MUNICÍPIOS TIVERAM UM MÉDICO PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA", DIZ O DOCUMENTO.
Etiquetas: Bolsonaro, Brasil, Cuba retira médicos
2018-11-05
Empresas pagam campanhas de "fake news" na eleição do PR do Brasil
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Etiquetas: Bolsonaro, fake news, Folha S. Paulo
2018-11-02
Assine a Petição da AVAAZ - pela LIBERDADE e pela DEMOCRACIA
É necessário que O
WhatsApp, aplicativo de mensagens do
Facebook, deixe de ser um
perigoso veículo de fake news, ao serviço
de interesses inconfessáveis, usado impunemente para
desinformar. Assinei a petição
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Etiquetas: Amazónia, Bolsonaro, Petição Avaaz, Trump
2018-10-02
JAIR BOLSONARO entrevistado e denunciado por Stephen Fry
A entrevista a Jair Bolsonaro e Angélica Ivo foi feita em 2013. Angélica, brasileira, é a mãe dum jovem adolescente, raptado na rua, torturado e assassinado por um grupo de bandidos apostados em assassinar gays. Consideraram que pelo aspecto o rapaz poderia ser gay e teve o triste destino que também destruiu a vida de sua mãe.
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Etiquetas: Bolsonaro, Stephen Fry








