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2010-01-28

 

Indicador de Sentimento Económico aproximou-se da sua média a longo prazo

Janeiro de 2010:

O indicador de Sentimento Económico subiu em Janeiro pela décima vez consecutiva, tendo atingido 97,1 (+2,1 pontos) na União Europeia e 95,7 (+1,6) na zona euro. Embora a sua recuperação esteja a desacelerar, o indicador encontra-se agora num nível próximo da sua média a longo prazo em ambas as zonas.
(Desenvolvimento em IP/10/75)

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2009-03-16

 

Coelhinhos de Louçã reproduzem-se em Bruxelas


“Imaginem que se colocam dois coelhos numa cova; de certeza que vão surgir coelhinhos. Mas experimentem pôr duas notas de 100 euros, juntas uma com a outra, numa caixinha; acham que vão surgir muitas notas de 20 euros dessa caixinha?” Louçã dixit.

É verdade. Encontrei-os em Bruxelas e já se reproduziram numa das ruas mais "in" da downtown junto de uma praça que atravessa a Avenue Louise, conhecida sobretudo pelas lojas de Marca. Ou seja, os coelhos do dr. Louçã têm gostos caros. Não sei se eram macho e fêmea, ou se algum deles recorreu a "barriga de aluguer" mas os efeitos estão aí. Reproduziram-se, ainda por cima, em Bruxelas, centro de decisão por excelência. Mas é estranho que os coelhinhos sejam "laranja". Alguma metamorfose ou coligação contra Sócrates, só pode ser.

Mas os Coelhinhos são lindos e feitos de papel machê, palavra originária do francês "papier mâché", que significa papel picado, amassado e esmagado.


Mas digam lá se os coelhinhos não são lindos!

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2009-01-05

 

Criatividade, Auxílios de Estado e Salmonellas


A 7 de Janeiro, a presidência checa da UE e a Comissão Europeia irão proceder ao lançamento oficial, em Praga, do Ano Europeu da Criatividade e da Inovação sob o seguinte lema: “Imaginar – Criar - Inovar”. É tudo muito bonito mas sem "cash" será que a criatividade se esgota? Claro que não. A Comissão acabou de aprovar, ao abrigo das regras dos auxílios estatais previstas no Tratado CE, duas medidas concretas adoptadas pela Alemanha para combater a crise económica. A primeira, um programa alemão de empréstimos no valor de 15 000 milhões de euros ("KfW-Sonderprogramm 2009"), que se destina a fornecer liquidez a empresas afectadas pelas actuais restrições de crédito, prevê bonificações das taxas de juro em empréstimos para financiar investimentos e fundos de maneio até 50 milhões de euros, a conceder a empresas com um volume de negócios inferior a 500 milhões de euros. O programa será administrado pelo Kreditanstalt für Wiederaufbau (KfW), o principal banco público de desenvolvimento da Alemanha. A segunda medida, um regime-quadro federal ("Bundesregelung Kleinbeihilfen") prevê que os protagonistas de política económica a nível federal, regional e local concedam ajudas até 500 000 euros por empresa carenciada. Estes são os primeiros casos a serem aprovados ao abrigo do novo enquadramento temporário da Comissão que prevê que os Estados-Membros utilizem novas possibilidades para fazer face aos efeitos das restrições de crédito na economia real. Como última novidade, os ovos de galinhas poedeiras, a partir de 1 de Janeiro, que não tenham sido controlados para apurar a presença de Salmonella ou em que tenham sido detectada a sua presença, não poderão ser vendidos como ovos de mesa, devendo ser tratados como produtos ovícolas e pasteurizados de forma a eliminar eventuais riscos para os consumidores.

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2008-12-29

 

Vou pôr-me a jeito...

Ando há uns tempos a pensar num "escrito" sobre a crise, um "escrito" em contra-ciclo. A isto chama-se atear a fogueira, não propriamente a da inquisição, essa fica com a igreja que ainda não resolveu nem assumiu todos os males que provocou, ou seja, em termos reais, preparo-me para levar com uns comentários pouco jeitosos e muito jocosos.

Vamos então lá ter com a crise. A questão que coloco do ponto de vista do cidadão/consumidor que todos somos, é a dos efeitos generalizados que me parecem errados e forçados, quantas vezes apenas por razões políticas. Não estou a referir-me, como é evidente, àqueles que beneficiam sempre das crises para acumular muito, ou seja, uns tantos grandes magnatas.

Na minha leitura da crise, há um vasto leque de pessoas que não estão em perda de poder de compra. Há grandes incertezas para onde esta crise irá, há medo generalizado, mas na realidade impactos gravosos só têm recaido sobre os que não têm emprego ou que o têm perdido, em muitos casos, por causa da crise.

Agora sobre os que não se enquadram nesta situação e, felizmente são muitos, a situação não piorou porque o aumento de preços não tem evoluído a ritmo acelerado, bem pelo contrário. Para esta camada da população, o custo de vida não tem sofrido alterações significativas.

Para as empresas, a situação é bem mais complexa: o preço do crédito aumentou, o acesso ao mesmo está mais dificultado, para além dos mercados se terem contraído.

Generalizar, como tem sido feito pela grande maioria dos analistas é viciar a leitura dos factos, pelo menos até ao momento.

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2008-12-22

 

A corrupção ainda vai no adro..

... E provavelmente nunca se apanhará o fio à meada. PJ investiga ligações entre ex-CTT e BPN.

A propósito, aconselho a leitura de um livro muito relacionado com este tema McMáfia: o crime organizado sem fronteiras. Neste período de prendas, porque não este livro?

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