2011-09-01
Ministro das Finanças, Maçon ou da Internacional Socialista?
A resposta a esta questão tem todo o cabimento para se poder penetrar nos "altos pensamentos" de Alberto João Jardim que tenta explicar a bancarrota da Madeira por si levada a cabo, como grande timoneiro da Região nos últimos 33 anos.
É incómodo mesmo para quem não tem o mínimo de regras de conduta cívica deparar-se com a bancarrota por si construída por esbanjamento de dinheiros públicos. Mas vai ter de a enfrentar no período pós eleições pois, neste momento, está a ter a protecção de Passos Coelho e do Ministro das Finanças.
Ainda ontem as palavras embrulhadas e sem nexo de Jardim na explicação do inexplicável a respeito de mais um buraco de 233 milhões encontrado nas contas da Madeira merecem registo. Em plena praia de Porto Santo afirmava aos jornalistas:
"sectores da União Europeia que são afectos à Internacional Socialista e que estão a trabalhar na tróika e que a Maçonaria mobilizou tudo quanto podia para, neste período, atacar a Madeira."
Ora quem reconheceu publicamente haver esse desvio por corrigir nas contas da Madeira foi o Dr. Vítor Gaspar nada mais nada menos que Ministro das Finanças do actual governo, afirmando ainda as consequências nefastas que "poderia pôr em causa o programa de financiamento", e acrescentou "o desvio foi detectado atempadamente e compensado por medidas extraordinárias", acrescento eu, com medidas como os cortes dos nossos subsídios de Natal.
Alberto João Jardim não precisa de ser mais ridículo. Assuma que a situação é grave, colabore na tomada de medidas. Ainda pode "regenerar-se" nesta fase avançada de vida. Tenha pelo menos uma vez na vida alguma ombridade.
É incómodo mesmo para quem não tem o mínimo de regras de conduta cívica deparar-se com a bancarrota por si construída por esbanjamento de dinheiros públicos. Mas vai ter de a enfrentar no período pós eleições pois, neste momento, está a ter a protecção de Passos Coelho e do Ministro das Finanças.
Ainda ontem as palavras embrulhadas e sem nexo de Jardim na explicação do inexplicável a respeito de mais um buraco de 233 milhões encontrado nas contas da Madeira merecem registo. Em plena praia de Porto Santo afirmava aos jornalistas:
"sectores da União Europeia que são afectos à Internacional Socialista e que estão a trabalhar na tróika e que a Maçonaria mobilizou tudo quanto podia para, neste período, atacar a Madeira."
Ora quem reconheceu publicamente haver esse desvio por corrigir nas contas da Madeira foi o Dr. Vítor Gaspar nada mais nada menos que Ministro das Finanças do actual governo, afirmando ainda as consequências nefastas que "poderia pôr em causa o programa de financiamento", e acrescentou "o desvio foi detectado atempadamente e compensado por medidas extraordinárias", acrescento eu, com medidas como os cortes dos nossos subsídios de Natal.
Alberto João Jardim não precisa de ser mais ridículo. Assuma que a situação é grave, colabore na tomada de medidas. Ainda pode "regenerar-se" nesta fase avançada de vida. Tenha pelo menos uma vez na vida alguma ombridade.
Etiquetas: Alberto João Jardim, Internacional Socialista, Maçonaria, Vítor Gaspar
2011-08-18
Estou preocupado com o Dr. Jardim!!
Está de férias no Porto Santo, como há dias escrevi aqui, a gozar de infraestruturas da Madeira Velha que ele bem renega. Talvez por isso não descanse. Agora à Madeira Velha juntou uma outra velha preocupação, a Maçonaria.
Ainda hoje no seu Jornal da Madeira afirma que a Maçonaria está preparada para o perseguir durante a campanha eleitoral que se aproxima.
O Dr. Jardim lá sabe de Maçonaria. Mas vou lhe dar uma dica.
Olhe bem em torno de si, porque é capaz de ter muitos maçons nas proximidades. Segundo sei funciona na Madeira uma loja maçon que integra a GLRP, tendência PSD composta por figuras gradas do PSD Madeira.
Para ser loja, segundo os meus conhecimentos, tem no mínimo de ter sete mestres maçons (3º escalão hierárquico) e para ter sete mestres necessariamente tem outros graus abaixo.
Por tudo isto, o Dr. Jardim tem mesmo de estar preocupado consigo porque o seu partido pode estar bem infiltrado. Na minha pobre leitura do meio madeirense, resumido aos cafés do Funchal - centro, o problema de fundo do Dr. Jardim não é o da discordância política dos partidos da oposição e dos ataques dos seus adversários.
O grande problema é mesmo outro. As pessoas deixaram de o venerar. Não o respeitam agora, embora «o respeito» de antes fosse medo.
Diz-se abertamente pelos cafés. Ele não tem dinheiro, levou a economia para o abismo e continua a fazer asneiras. Quem manda são alguns secretários regionais e nota-se algo nesse sentido. E o Dr Jardim fique a saber que quem diz estas verdades não são os elementos da oposição.
É evidente, são conversas de café... Tem o efeito que tem. Mas quem sabe se não é a «sua maçonaria» que está por detrás deste desfazer da imagem de Jardim, o todo poderoso.?!!
Etiquetas: Alberto João Jardim, Maçonaria
2011-07-23
Bairrão ainda mexe
Após embandeiramento em arco quase geral após cimeira europeia (continuo a dizer e a pensar que não se mexeu no fundamental e aí voltarei num próximo escrito), o caso Bairrão é que continua na berra e promete continuar ou então quem cala consente. Aguardemos pela resposta do Governo e de Bairrão.
Mas já serviu para demonstrar que, a ser verdadeiro o que o Expresso e nomeadamente o seu Director continua a escrever e dá mostras de que bem fundamentado, Passos Coelho entrou no governo a falsificar a verdade pois negou ter recorrido às secretas, quando de facto as usou.
Mas o Expresso levanta outros véus sobre quem indicou Bairrão para o cargo, o papel de Marques Mendes e o de Miguel Relvas, que afinal só demonstraram serem um pouco amadores, para além do metediço professor dos domingos, que terá sabido a novidade no sábado por dois ministros. Foi um grande corrupio.
O mais grave de tudo dos artigos do Expresso, em minha opinião, é a promiscuidade que insinua ter havido entre a Ongoing e os serviços secretos.
Como explicação para o caso sugere como ponto de partida relações maçónicas, escrevendo que é voz corrente que o Presidente do grupo Nuno Vasconcellos e Jorge Silva Carvalho, o ex-espião que saiu de director do SIED directamente para a Ongoing, partilham a mesma loja maçónica Mozart da Grande Loja Regular e Legal de Portugal, juntando ainda, "entre outras personalidade e políticos que ocupam agora cadeiras governamentais".
É lógico e aqui não acrescenta muito pois esta é a Grande Loja onde a maioria dos membros são figuras ligadas ao PSD, como no GOL predominam figuras ligadas ao PS.
Mas já serviu para demonstrar que, a ser verdadeiro o que o Expresso e nomeadamente o seu Director continua a escrever e dá mostras de que bem fundamentado, Passos Coelho entrou no governo a falsificar a verdade pois negou ter recorrido às secretas, quando de facto as usou.
Mas o Expresso levanta outros véus sobre quem indicou Bairrão para o cargo, o papel de Marques Mendes e o de Miguel Relvas, que afinal só demonstraram serem um pouco amadores, para além do metediço professor dos domingos, que terá sabido a novidade no sábado por dois ministros. Foi um grande corrupio.
O mais grave de tudo dos artigos do Expresso, em minha opinião, é a promiscuidade que insinua ter havido entre a Ongoing e os serviços secretos.
Como explicação para o caso sugere como ponto de partida relações maçónicas, escrevendo que é voz corrente que o Presidente do grupo Nuno Vasconcellos e Jorge Silva Carvalho, o ex-espião que saiu de director do SIED directamente para a Ongoing, partilham a mesma loja maçónica Mozart da Grande Loja Regular e Legal de Portugal, juntando ainda, "entre outras personalidade e políticos que ocupam agora cadeiras governamentais".
É lógico e aqui não acrescenta muito pois esta é a Grande Loja onde a maioria dos membros são figuras ligadas ao PSD, como no GOL predominam figuras ligadas ao PS.
Etiquetas: Bairrão, Grande Loja Regular e Legal de Portugal, Maçonaria, Marques Mendes, Miguel Relvas, Passos Coelho, Secretas